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Uso de fitorreguladores e efeitos no florescimento de plantas de pinhão-manso e na maturidade fisiológica das sementes

Pereira, Juliana Campana
Fonte: Universidade Estadual Paulista (UNESP) Publicador: Universidade Estadual Paulista (UNESP)
Tipo: Dissertação de Mestrado Formato: xiii, 91 f. : il. (algumas color.), gráfs., tabs.,fots., maps.
Português
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Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq); Pós-graduação em Agronomia (Agricultura) - FCA; O pinhão-manso (Jatropha curcas L.), da família Euforbiaceae, é uma cultura perene, rústica e adaptada à diversas condições edafoclimáticas, com grande potencial para a produção de biodiesel devido a elevada quantidade de óleo presente em sua semente. Entretanto, a desuniformidade no processo de maturação dos frutos é característica desfavorável à produção de pinhão-manso. Estudos sobre aplicação de reguladores de crescimento e outros produtos químicos indutores de florescimento tem mostrado eficiência na uniformização do florescimento em muitas culturas, o que leva à suposição que o mesmo possa ocorrer em pinhão-manso, minimizando custos com colheita. A maturidade fisiológica das sementes é geralmente acompanhada por visíveis mudanças na coloração dos frutos. Este estudo teve como objetivo avaliar a influência dos fitorreguladores proexadione-Ca e cloreto de chlormequat na formação de flores femininas e masculinas, na quantidade de frutos produzidos por inflorescência e por planta (3 floradas) e na maturidade fisiológica das sementes, em função da coloração dos frutos. Este estudo foi desenvolvido em duas fases distintas. A primeira constituiu-se de ensaio conduzido no campo...

Qualidade fisiológica de sementes de milho-doce colhidas em diferentes épocas

Araujo,Eduardo Fontes; Araujo,Roberto Fontes; Sofiatti,Valdinei; Silva,Roberto Ferreira da
Fonte: Instituto Agronômico de Campinas Publicador: Instituto Agronômico de Campinas
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2006 Português
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As sementes de milho-doce, comparadas às do milho comum possuem, em geral, pericarpo mais fino, o que as tornam mais suscetíveis às danificações mecânicas. Neste trabalho, foi estudado o processo de maturação de sementes de milhodoce com objetivo de se determinar o ponto ideal de colheita visando à qualidade das sementes e também ao seu comportamento quando a colheita é retardada. A semeadura ocorreu em dezembro e as colheitas foram realizadas em fevereiro e março. A primeira colheita foi realizada em torno de 26 dias após a floração (DAF), quando aproximadamente 50% das plantas estavam com florescimento feminino. As demais colheitas foram realizadas em intervalos de sete dias, até 96 DAF. Após a colheita, foi feita a debulha manual das sementes e verificado o seu teor de água, a massa seca e a presença da camada negra. Após a última colheita, a qualidade fisiológica das sementes foi determinada por meio dos testes de germinação, frio modificado, envelhecimento acelerado e condutividade elétrica. A colheita de sementes de milhodoce, cultivar Doce Cristal, deve ser realizada entre o 47º e o 75º DAF, para que se obtenham sementes de elevada qualidade fisiológica. A camada negra é uma característica visual eficiente para a identificação da maturidade fisiológica.

Determinação da maturidade sexual de Ucides cordatus (Crustacea, Brachyura, Ucididae) em duas áreas de manguezal do litoral sul de Pernambuco, Brasil

Castiglioni,Daniela da S; Coelho,Petrônio A
Fonte: Fundação Zoobotânica do Rio Grande do Sul Publicador: Fundação Zoobotânica do Rio Grande do Sul
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2011 Português
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Este estudo foi desenvolvido com o objetivo de determinar o tamanho da maturidade morfológica e fisiológica de machos e fêmeas em duas populações de Ucides cordatus (Linnaeus, 1763) de Tamandaré, Pernambuco, Brasil. Os caranguejos foram coletados mensalmente (abril/2008 a março/2009) nos manguezais dos rios Ariquindá e Mamucabas, por um catador, através da técnica de braceamento, durante a maré baixa em três áreas distintas de 25 m² cada. Os caranguejos capturados foram separados por sexo e medidos (largura da carapaça, comprimento do própodo do quelípodo dos machos e largura do 5º somito abdominal das fêmeas). Além disso, os caranguejos foram caracterizados em relação ao estágio de desenvolvimento gonadal. Os caranguejos com gônadas imaturas e rudimentares foram considerados jovens, enquanto os demais foram classificados como adultos (gônada em desenvolvimento, desenvolvida, avançada ou esgotada). O tamanho da largura da carapaça no qual 50% da população de U. cordatus foi considerada madura morfologicamente foi de 38,0 mm (machos) e 35,4 mm (fêmeas) em Ariquindá, enquanto para Mamucabas estes valores foram de 37,3 e 32,9 mm, respectivamente. Na determinação da maturidade sexual fisiológica, os machos e fêmeas de Ariquindá foram considerados maduros com 38...

Determinação da maturidade fisiológica de frutos de maracujazeiro amarelo colhidos na região norte do estado do Rio de Janeiro, Brasil

Vianna-Silva,Thais; Lima,Renata Vianna; Azevedo,Inga Gonçalves de; Rosa,Raul Castro Carrielo; Souza,Maximiliano Silva de; Oliveira,Jurandi Gonçalves de
Fonte: Sociedade Brasileira de Fruticultura Publicador: Sociedade Brasileira de Fruticultura
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/03/2010 Português
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48.02381%
O trabalho teve como objetivo determinar o ponto de maturidade fisiológica dos frutos de maracujazeiro amarelo produzidos na região Norte Fluminense, na tentativa de se antecipar o ponto de colheita dos frutos, visando a qualidade e o aumento da vida de prateleira dos mesmos. Os frutos foram colhidos em três períodos diferentes. A colheita 1 foi realizada aos 45 dias após a antese (daa); a colheita 2 aos 54 daa e a colheita 3 aos 63 daa. Após cada colheita os frutos foram lavados, secos e divididos em dois lotes para avaliação. O primeiro lote foi avaliado imediatamente após a colheita, e o segundo foi armazenado em câmara (23 ± 3ºC e 85 ± 8% UR). Os frutos foram analisados periodicamente a cada 3 dias, quanto aos seguintes atributos de qualidade: coloração e espessura da casca, rendimento de suco e teores de sólidos solúveis (SS) e acidez titulável (AT). Os resultados indicaram que o tempo de desenvolvimento do fruto de maracujazeiro amarelo, dentro do período de 45 a 63 daa, influenciou na qualidade do fruto colhido na região. Para as condições deste trabalho, o ponto ideal de colheita foi aos 63 daa, podendo, também, ser colhido a partir do 54º daa, porém, com perda de cerca de 21,0 % no rendimento de suco. Verificou-se...

Maturação fisiológica de sementes de calêndula (Calendula officinalis L.)

Silveira,Maria Angelica Moreira; Villela,Francisco Amaral; Tillmann,Maria Ângela André
Fonte: Associação Brasileira de Tecnologia de Sementes Publicador: Associação Brasileira de Tecnologia de Sementes
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2002 Português
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48.23249%
A pesquisa teve como objetivo estudar o processo de maturação das sementes de calêndula. A partir de 50% dos botões florais em antese, foi feita a marcação das flores, sendo a coleta das sementes realizada em seis épocas: 20, 24, 28, 32, 36 e 40 dias após a antese (DAA). Em cada coleta, as sementes foram separadas pelo tamanho (maior e menor), e classificadas conforme a Tabela de Munsell (Munsell,1977) conforme as colorações observadas: verde, verde claro, creme, marrom claro e marrom escuro. Em seguida, foram realizadas as determinações de teor de água, peso da matéria seca das sementes, germinação e avaliações de qualidade fisiológica: primeira contagem da germinação e emissão de raiz primária. O maior acúmulo de matéria seca ocorreu entre 28 e 32 DAA, quando ainda havia sementes com coloração verde claro, entretanto, aos 36 DAA as sementes mostraram maior viabilidade e vigor (primeira contagem da germinação e emissão de raiz primária) não havendo diferença entre sementes de maior e menor tamanho, que apresentavam colorações creme, marrom claro e marrom escuro. Embora não tenha ocorrido coincidência temporal entre acúmulo de matéria seca, germinação e vigor, a maturidade fisiológica ocorre entre 28 e 32 DAA...

Aplicação de dessecantes em pré-colheita: efeito na qualidade fisiológica de sementes de soja

Daltro,Eliane Maria Forte; Albuquerque,Maria Cristina de Figueiredo e; França Neto,José de Barros; Guimarães,Sebastião Carneiro; Gazziero,Dionísio Luíz Piza; Henning,Ademir Assis
Fonte: Associação Brasileira de Tecnologia de Sementes Publicador: Associação Brasileira de Tecnologia de Sementes
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2010 Português
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48.08445%
Oscilações de temperatura acompanhadas de altos índices pluviais e flutuação de umidade relativa do ar, nas fases de maturação e pré-colheita, podem provocar perdas na qualidade física, fisiológica e na sanidade de sementes. A aplicação de dessecantes em pré-colheita contribui para a redução da exposição das sementes a condições climáticas desfavoráveis e para diminuir a possibilidade de prejuízos à germinação e vigor. Nesta pesquisa o objetivo foi avaliar o efeito da época de aplicação de dessecantes e da antecipação da colheita sobre a qualidade fisiológica de sementes de soja. Os experimentos foram conduzidos com as cultivares MG/BR-46 Conquista e FMT Tucunaré, na safra 2005/2006, e BRS MT Pintado e FMT Tucunaré, na safra 2006/2007, em Alto Garças, MT. Utilizou-se delineamento experimental blocos casualizado, em esquema fatorial 6x2x2x2 (5 tratamentos dessecantes + 1 testemunha, 2 épocas de dessecação, 2 épocas de colheita e 2 períodos de armazenamento). Os tratamentos dessecantes (paraquat, diquat, paraquat+diquat, paraquat+diuron e glifosato) foram aplicados nos estádios reprodutivos R6.5 e R7 e as sementes colhidas quando atingiram grau de umidade entre 17% e 20% (colheita antecipada) e entre 12% e 13% (colheita normal). As sementes obtidas em colheitas antecipadas foram submetidas à secagem em estufa com circulação forçada de ar...

Maturidade fisiológica e germinação de sementes de macela (Egletes viscosa (L.) Less.) submetidas à secagem

Bezerra,Antonio Marcos E.; Medeiros Filho,Sebastião; Freitas,João Batista S.
Fonte: Associação Brasileira de Horticultura Publicador: Associação Brasileira de Horticultura
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/2003 Português
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Determinou-se o ponto de maturidade fisiológica e o efeito da secagem em sementes de macela. Foram realizadas colheitas aos 93; 100; 107; 114; 121; 128 e 135 dias após o transplante (DAT). Após cada colheita, uma amostra foi levada ao secador (40ºC/72 h) e a outra foi embalada em saco plástico, em uma câmara (20ºC) pelo mesmo período. Utilizou-se delineamento inteiramente casualizado em esquema fatorial 2x7, correspondendo aos dois níveis de secagem (sem e com) e sete épocas de colheita, com quatro repetições. As sementes atingiram a maturidade fisiológica de 121-128 dias após o transplante; e a secagem não influenciou a qualidade fisiológica das sementes de macela.

Qualidade fisiológica de sementes de pimenta em função da idade e do tempo de repouso pós-colheita dos frutos

Pereira,Francisco Elder Carlos Bezerra; Torres,Salvador Barros; Silva,Maria Isabel de Lima; Grangeiro,Leilson Costa; Benedito,Clarisse Pereira
Fonte: Universidade Federal do Ceará Publicador: Universidade Federal do Ceará
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2014 Português
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58.67119%
Um aspecto importante da produção de sementes é a determinação da maturidade fisiológica e do momento adequado de colheita, visando obter sementes de alta qualidade, minimizando a sua deterioração no campo. Diante disso, esta pesquisa teve por objetivo estudar a influência do estado de maturação dos frutos e dos períodos de repouso pós-colheita na qualidade fisiológica de sementes de pimenta (Capsicum baccatum L.), variedade Dedo-de-Moça, para determinação do ponto adequado para colheita das sementes. Os frutos foram colhidos em quatro estádios de maturação, com base na sua coloração: verde intenso (15 DAA), verde amarelado (25 DAA), verde avermelhado (35 DAA) e vermelho intenso (45 DAA) e submetidos ao armazenamento por 0; 5 e 10 dias para então, proceder à extração das sementes. Foram determinados o peso dos frutos, comprimento, diâmetro e espessura da polpa. A qualidade das sementes foi avaliada pelos testes de germinação, primeira contagem de germinação, emergência de plântulas, grau de umidade, massa seca de 100 sementes, peso de mil sementes e condutividade elétrica. Diante dos resultados, conclui-se que a maturidade fisiológica das sementes de pimenta, variedade Dedo-de-Moça, é indicada pela coloração vermelho intenso dos frutos (45 DAA); o repouso pós-colheita dos frutos por dez dias melhora o potencial fisiológico das sementes.

Maturidade fisiológica e morfometria de sementes de Inga laurina (Sw.) Willd.

Schulz,Deisinara Giane; Oro,Priscilla; Volkweis,Catia; Malavasi,Marlene de Matos; Malavasi,Ubirajara Contro
Fonte: Instituto de Florestas da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro Publicador: Instituto de Florestas da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/03/2014 Português
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48.721606%
O ensaio objetivou estudar a morfometria de frutos e sementes, bem como a determinação de indicativos para maturidade fisiológica de sementes de Inga laurina (Sw.) Willd. Os frutos foram colhidos e classificados de acordo com a coloração do epicarpo em fruto verde, verde-amarelo, amarelo e marrom. Para cada estádio de maturação, avaliou-se a massa seca das sementes, o comprimento da semente e do fruto, o grau de umidade dos frutos e sementes, a porcentagem de germinação e de sementes vivíparas, e o índice de velocidade de germinação. O delineamento experimental foi inteiramente casualizado em esquema fatorial 4×2 (quatro estádios de maturação e dois tamanhos de sementes) com quatro repetições de 25 sementes. Os dados foram submetidos à ANAVA e as médias, comparadas pelo teste Tukey a 5%. Sementes de I. laurina de frutos coletados nos estádios de maturação verde-amarelo e amarelo, e classificadas como grandes, atingiram a maturidade fisiológica, sendo, portanto, o tamanho da semente e a coloração dos frutos um indicativo de maturidade fisiológica em I. laurina.

Maturação de sementes de Aechmea bromeliifolia (Rudge) Baker e Vriesea paraibica Wawra (Bromeliaceae)

Molizane,Debora Manzano; Kanashiro,Shoey; Tavares,Armando Reis; Barbedo,Claudio José
Fonte: Instituto de Botânica Publicador: Instituto de Botânica
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2013 Português
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48.02381%
O conhecimento sobre a fisiologia de sementes pode contribuir para a conservação e restauração da vegetação nativa, especialmente quanto à conservação ex situ. Dentre estes estudos, os de maturação são importantes para auxiliar no momento correto de coleta, permitindo a obtenção de sementes com elevado potencial fisiológico. Apesar da importância ecológica de muitas espécies de Bromeliaceae, pouco se conhece quanto às suas sementes. No presente estudo foram analisadas as modificações físicas e fisiológicas durante a maturação de frutos e sementes de Vriesea paraibica Wawra e Aechmea bromeliifolia (Rudge) Baker. As flores foram marcadas durante a antese e as coletas de frutos realizadas semanal ou quinzenalmente, dependo da espécie, até que as sementes fossem dispersas naturalmente. Foram determinados o teor de água e o conteúdo de massa seca, pelo método gravimétrico (103 ºC por 17 horas) e o teste de germinação das sementes foi conduzido em gerbox forrado com papel filtro a 25 ºC e fotoperíodo de 8 horas de claro por 16 horas de escuro, durante 30 dias. Os resultados permitiram concluir que as sementes de A. bromeliifolia atingiram a maturidade fisiológica em período próximo a 65-72 dias após a antese e as de V. paraibica aos 285 dias. O acompanhamento das modificações externas visuais de frutos e sementes pode auxiliar na tomada de decisão quanto ao momento de coleta dos frutos...

Acidez titulável, teores de carboidratos e compostos pécticos em atemóia cv African Pride durante o desenvolvimento e maturação.

TRINDADE, D. C. G. da; LIMA, M. A. C. de; AZEVEDO, S. S. N.; SILVA, A. L. da.
Fonte: In: SIMPÓSIO BRASILEIRO DE PÓS-COLHEITA DE FRUTAS TROPICAIS, 1., 2005, João Pessoa. Anais... João Pessoa: SBPCF, 2005. Publicador: In: SIMPÓSIO BRASILEIRO DE PÓS-COLHEITA DE FRUTAS TROPICAIS, 1., 2005, João Pessoa. Anais... João Pessoa: SBPCF, 2005.
Tipo: Artigo em anais de congresso (ALICE)
Português
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48.02381%
O trabalho teve como objetivo caracterizar mudanças químicas que ocorrem durante o crescimento, desenvolvimento e maturação da atemóia cv. African Pride, nas condições de cultivo do Vale do São Francisco. Foram selecionadas ao acaso vinte e quatro plantas, igualmente distribuídas em quatro fileiras do pomar. Em cada planta, foram marcadas dez flores, no dia da polinização. Foram realizadas coletas de frutos aos 78, 88, 99, 108, 120, 129, 140, 147, 154, 161 e 168 dias após a polinização. Aos 161 dias, a atemóia completou a maturidade fisiológica, caracterizada pela perda de firmeza da polpa, estabilização na acidez total titulável e nos teores de amido e pectina sem que se observasse o intenso acúmulo de açúcares solúveis totais que indica o amadurecimento desse fruto.; 2005; 1 CD-ROM.

Maturidade fisiológica de sementes do híbrido simples BR 201 fêmea de milho (Zea mays L.) produzidas no inverno.

BORBA, C.S.; ANDRADE, R.V.; AZEVEDO, J.T.
Fonte: Revista Brasileira de Sementes, Brasília, v. 17, n. 1, p. 129-132, 1995. Publicador: Revista Brasileira de Sementes, Brasília, v. 17, n. 1, p. 129-132, 1995.
Tipo: Artigo em periódico indexado (ALICE)
Português
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48.808604%
Sementes de milho hibrido simples BR 201 femea produzidas no periodo de inverno, foram colhidas em intervalos de sete dias, a partir do 30 dia apos a floracao ate o 128 com o objetivo de se estudar a maturidade fisiologica. as sementes foram analisadas quanto ao grau de umidade, materia seca, ocorrencia de camada preta, germinacao e vigor. Nas condicoes em que o trabalho foi realizado, os resultados permitiram chegar as seguintes conclusoes: a maturidade fisiologica das sementes, com base no acumulo de materia seca, ocorreu aos 58 dias apos a floracao- sementes de alta qualidade fisiologica podem ser obtidas com colheitas antecipadas em relacao ao maximo acumulo de materia seca, implicando em um intervalo otimo para colheita em ate 14 dias antes do ponto de maturidade fisiologica: a producao de sementes no inverno, permite a obtencao de sementes de alta qualidade, em menor espaco de tempo que no cultivo em epoca normal.; 1995

Fatores ambientais que afetam a taxa se secagem no grão de milho (Zea mays L.) após a maturidade fisiológica.

GUISCEM, J.M.; SANS, L.M. de A.; NAKAGAWA, J.; ZANOTTO, M.D.; MATEUS, G.P.
Fonte: Revista Brasileira de Agrometeorologia, Santa Maria, v. 9, n. 1, p. 83-89, 2001. Publicador: Revista Brasileira de Agrometeorologia, Santa Maria, v. 9, n. 1, p. 83-89, 2001.
Tipo: Artigo em periódico indexado (ALICE)
Português
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68.721606%
Avaliou-se a influencia dos fatores ambientais na perda de agua pelo grao de milho (Zea mays L.), apos a maturidade fisiologica, em duas safras (1995/96 e 1997/98), em Botucatu, SP. O delineamento experimental utilizado foi o de blocos casualizados, com cinco e quatro repeticoes, nas respectivas safras. A avaliacao da perda de agua do grao, em nove cultivares (AG 122, AG 1051, AG 9012, AG 8012, C 901, XL 370, Z 8392, Z 8452 e Z 8501), iniciou-se apos todas as cultivares terem atingido a maturidade fisiologica. Posteriormente, a perda de agua pelos graos foi correlacionada com as medias dos elementos meteorologicos no periodo amostrado. Os resultados indicaram que graus-dia, radiacao solar global, insolacao e evaporacao do tanque classe A foram os elementos que mais se relacionaram com a perda de agua nos graos, com efeito quadratico e que ate aproximadamente 16% de teor de agua no grao estes fatores apresentaram efeito bem marcante.; 2001

Maturidade fisiológica de sementes do híbrido simples BR 201 de milho (Zea mays L.).

BORBA, C.S.; ANDRADE, R.V. de; AZEVEDO, J.T. de; OLIVEIRA, A. C. de
Fonte: Revista Brasileira de Sementes, Brasília, v. 16, n. 1, p. 63-67, 1994. Publicador: Revista Brasileira de Sementes, Brasília, v. 16, n. 1, p. 63-67, 1994.
Tipo: Artigo em periódico indexado (ALICE)
Português
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48.45578%
Sementes do milho híbridos simples BR 201 fêmea foram colhidas em intervalos de 7 dias, a partir do 35° dia após a floração até o 84°, com o objetivo de se determinar a maturidade fisiológica. As sementes foram analisadas quanto ao grau de umidade, matéria seca. ocorrência de camada preta. germinação e vigor. Os resultados permitiram concluir que nas condições em que o trabalho foi realizado, a maturidade fisiológica das sementes, com base no acúmulo de matéria seca. ocorreu aos 65 dias após a floração. Para a obtenção de sementes de alta qualidade. a colheita poderia ser iniciada a partir do 55° dia após a floração, quando as sementes apresentavam cerca de 87% de germinação e 82% de vigor, com 95% das sementes apresentando camada preta.; 1994

Caracterização física de frutos de acessos de Mangifera spp. colhidos na maturidade fisiológica.

ROSATTI, S. R.; SANTOS, A. C. N. dos; TRINDADE, D. C. G. da; RISTOW, N. C.; SANTOS, F. C.; LIMA, M. A. C. de
Fonte: In: JORNADA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA EMBRAPA SEMIÁRIDO, 7.; JORNADA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA FACEPE/UNIVASF, 1., 2012, Petrolina. Anais... Petrolina: Embrapa Semiárido, 2012. Publicador: In: JORNADA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA EMBRAPA SEMIÁRIDO, 7.; JORNADA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA FACEPE/UNIVASF, 1., 2012, Petrolina. Anais... Petrolina: Embrapa Semiárido, 2012.
Tipo: Artigo em anais de congresso (ALICE) Formato: 1 CD-ROM.; p. 383-389.
Português
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48.45578%
Este trabalho teve como objetivo caracterizar atributos físicos de qualidade em frutos de 20 acessos de Mangifera spp. do Banco Ativo de Germoplasma da Embrapa Semiárido, colhidos na maturidade fisiológica. Os acessos avaliados, que incluíram variedades de Mangifera indica e mais duas espécies desse gênero, foram: Beta, Umbu, Morais, CPAC 225/94, R2E2, Juazeiro IV, Ubá, Mangifera odorata, CPAC 71/86, Lita, Tommy Atkins, Mangifera foetida, Alfa, Celebration, Surpresa, CPAC 136/93, CPAC 165/93, Ataulfo, Rosa e Espada vermelha. Para cada acesso, foram colhidos 30 frutos, quando atingiram a maturidade fisiológica. O delineamento experimental foi inteiramente casualizado, com 20 tratamentos (acessos) e três repetições de dez frutos. Os acessos Ataulfo, CPAC 165/93 e CPAC 71/86 reuniram características físicas importantes como coloração alaranjada da polpa e pouca ou ausência de fibra. O acesso E2R2 destacou-se quanto ao tamanho, com massa superior a 800 g, e ausência de fibras. Estas características devem ser exploradas em programa de melhoramento genético voltado para qualidade da manga.; 2012

Comportamento de cultivares de soja quanto a qualidade fisiologica de sementes.

VIEIRA, R. D.; MINOHARA, L.; PANOBIANCO, M.; BERGAMASCHI, M. C. M.; MAURO, A. O.
Fonte: Pesquisa Agropecuaria Brasileira, Brasilia, v.33, n.2, p.123-130, fev.1998. Publicador: Pesquisa Agropecuaria Brasileira, Brasilia, v.33, n.2, p.123-130, fev.1998.
Tipo: Artigo em periódico indexado (ALICE)
Português
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58.918936%
O presente trabalho teve como objetivo estudar a qualidade fisiologica de sementes de soja (Glycine max L.), em diferentes estadios de desenvolvimento, visando identificar diferencas que pudessem ser atribuidas as caracteristicas geneticas da planta, usando-se tres tradicionais metodos para avaliacao da germinacao e vigor de sementes. O experimento foi instalado e conduzido durante tres anos agricolas, sendo utilizadas sete cultivares em cada ano. Para minimizar o efeito do ambiente sobre os resultados, as sementes foram colhidas em quatro estadios diferentes de desenvolvimento: 1) radicula amarela ou vagem expandida; 2) vagem amarela ou maturidade fisiologica ou R7; 3) maturidade de colheita ou R8; e 4) R8 + 21 dias. As sementes foram avaliadas em laboratorio, determinando-se: o teor de agua, a porcentagem de germinacao e o vigor. Os testes de germinacao e vigor, este avaliado por meio do envelhecimento acelerado e da condutividade eletrica, nao identificaram diferencas nas qualidade fisiologica de sementes colhidas na maturidade fisiologica. Logo, a avaliacao da germinacao e do vigor, quanto o fator ambiente nao interfere, nao e um eficiente metodo para identificar variacao entre genotipos quanto a qualidade fisiologica de sementes de soja.; 1998

Maturidade fisiológica das sementes de três híbridos de milho (Zea mays L.).

SANTOS, C. T.; DALPASQUALE, V. A.; BRACCINI, A. L.; SCAPIM, C. A.; KRZYZANOWSKI, F. C.
Fonte: Informativo ABRATES, Londrina, v. 13, n. 3, p. 308, set. 2003. Número especial, ref. 491. Publicador: Informativo ABRATES, Londrina, v. 13, n. 3, p. 308, set. 2003. Número especial, ref. 491.
Tipo: Resumo em anais de congresso (ALICE)
Português
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48.36091%
O experimento foi conduzido em área experimental da Cooperativa de Desenvolvimento Econômico e Tecnológico (Coodetec), em Cascavel, Paraná, com o objetivo de avaliar a maturidade fisiológica das sementes de três híbridos de milho, procurando identificar a época de colheita mais favorável à obtenção de sementes de melhor qualidade. O plantio foi realizado em 30 de setembro de 1996. Amostras de sementes dos híbridos simples CD 1723 e CD 5501, bem como do híbrido duplo OC 705, foram colhidas em intervalos de quatro dias, durante 59 dias, iniciando-se a colheita no vigésimo terceiro dia após o florescimento feminino. As características avaliadas nas sementes foram o acúmulo de biomassa seca, o grau de umidade, a germinação, o vigor (pelos testes de frio e de envelhecimento acelerado), a formação da camada preta e o desenvolvimento da linha de solidificação do endosperma. A colheita dos três híbridos realizada a partir dos 47 dias após o florescimento feminino identificada pela análise conjunta das sete características avaliadas, permitiu obter sementes com elevada qualidade fisiológica. O estádio 4 da linha de solidificação do endosperma demonstrou ser muito útil como indicador da época de colheita mais favorável à obtenção de sementes com elevada qualidade fisiológica...

Desenvolvimento de mamão formosa 'Tainung 01' cultivado em Russas-Ceará.

QUEIROZ, R. F.
Fonte: 2009. 62 f. Publicador: 2009. 62 f.
Tipo: Teses/dissertações (ALICE)
Português
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O estudo da curva de crescimento dos frutos de mamão tem grande importância para o conhecimento das diferentes fases fenológicas envolvidas no seu desenvolvimento, como a época de maior ganho de massa ou a época de início da maturação para definir os períodos de colheitas. A partir de estudos dessa natureza, podem se revelar períodos críticos em seu desenvolvimento que possibilitem a produção dos mesmos com alta qualidade, como também a colheita na época correta, satisfazendo, assim, os consumidores mais exigentes. Apesar de sua importância, as informações disponíveis sobre a curva de crescimento de frutos de mamão do grupo 'Formosa' ainda são escassas. Diante dessa problemática esse trabalho teve como objetivo caracterizar parâmetros físicos e químicos do fruto do mamoeiro, através da curva de crescimento, a fim de determinar possíveis indicadores do ponto de colheita (maturidade fisiológica ideal). Os frutos de idade conhecida, provenientes do desenvolvimento de flores previamente marcadas, foram colhidos ao longo dos 4,5 meses seguintes para a avaliação de seu crescimento na Fazenda Frutacor no município de Russas-CE. O intervalo entre a coleta das amostras foi semanal no primeiro mês (28 dias) e após 88 dias do desenvolvimento do fruto...

Modelo matemático para estimar o acúmulo de matéria seca e prever as épocas do florescimento e do ponto de maturidade fisiológica da cultura de feijão

Pimenta,Hudson Santos; Fancelli,Antônio Luiz; Dourado-Neto,Durval
Fonte: São Paulo - Escola Superior de Agricultura "Luiz de Queiroz" Publicador: São Paulo - Escola Superior de Agricultura "Luiz de Queiroz"
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/10/1999 Português
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Com o objetivo de elaborar um modelo matemático para estimar o acúmulo de matéria seca, e prever as épocas de florescimento e do ponto de maturidade fisiológica da cultura de feijão, em função da temperatura média diária do ar, foi conduzido um experimento em Piracicaba-SP (22o42’30'’ de latitude Sul, 47o38’00'’ de longitude Oeste e 546 m de altitude) utilizando o cultivar IAC-Carioca sob dez tratamentos (diferentes níveis de nitrogênio e água). Em função dos resultados obtidos, verificou-se que o modelo sugerido é utilizável para o que foi proposto.

Maturação fisiológica de sementes de Eugenia pyriformis Cambess e Eugenia involucrata DC.

Oro, Priscilla; Universidade Estadual do Oeste do Paraná
Fonte: Universidade Federal de Santa Catarina Publicador: Universidade Federal de Santa Catarina
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Formato: application/pdf
Publicado em 21/05/2012 Português
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http://dx.doi.org/10.5007/2175-7925.2012v25n3p11 O gênero Eugenia apresenta muitas espécies frutíferas com potencial para cultivo. Este estudo objetivou analisar a maturação fisiológica de sementes de Eugenia pyriformis Cambess e de Eugenia involucrata DC. Os frutos foram coletados manualmente em oito árvores adultas no município de Santa Helena, PR. Eles foram caracterizados em quatro estádios de acordo com a coloração para E. pyriformis e em cinco estádios para E. involucrata. As avaliações consistiram no teste de germinação, cálculo do tempo médio de germinação, determinação da massa seca e do grau de umidade das sementes. O delineamento adotado foi o inteiramente casualizado, com quatro repetições de 25 sementes. Os dados foram submetidos à análise de variância e as médias comparadas pelo teste de Tukey a 5% de probabilidade. A coloração dos frutos de E. pyriformis e de E. involucrata pode ser utilizada como parâmetro na avaliação da maturidade fisiológica das sementes. Sugere-se a coleta das sementes de E. pyriformis entre os estádios de coloração dos frutos verde/amarelo e amarelo/laranja e no estádio de coloração dos frutos vermelho-claro em relação a E. involucrata.