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Prevalência de hipertensão arterial em pacientes com oclusão do ramo da veia central da retina; Prevalence of arterial hypertension in branch retinal vein occlusion patients

ROSA, Alexandre Antonio Marques; ORTEGA, Kátia Coelho; MION JR., Décio; NAKASHIMA, Yoshitaka
Fonte: Conselho Brasileiro de Oftalmologia Publicador: Conselho Brasileiro de Oftalmologia
Tipo: Artigo de Revista Científica
Português
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38.663062%
OBJETIVOS: Identificar em pacientes com oclusão do ramo da veia central da retina utilizando a monitorização ambulatorial da pressão arterial e medidas clínicas da pressão arterial: prevalência de hipertensão e o perfil noturno da pressão arterial. MÉTODOS: Prospectivamente, 93 olhos de 83 pacientes com oclusão do ramo da veia central da retina foram submetidos à avaliação oftalmológica. Após, os pacientes foram encaminhados para avaliação clínica e monitorização da pressão arterial. Pacientes sem descenso da pressão durante o sono ("non-dipper") foram definidos como um declínio na pressão arterial sistólica < 10%, e pacientes com descenso presente ("dipper") quando este valor fosse superior. RESULTADOS: A doença acometeu um olho em 73 (88%) pacientes. O ramo temporal superior foi o local da oclusão em 61 (65,6%) olhos, no restante o ramo temporal inferior foi afetado. Setenta e seis (92%) pacientes formam diagnosticados como hipertensos após a avaliação clínica. A monitorização ambulatorial da pressão arterial identificou 76 hipertensos, 5 normotensos, 1 hipertenso do avental branco e 1 hipertenso mascarado. Estes 2 últimos foram excluídos da análise. Dos 81 pacientes, analisados. Quarenta (49%) eram "dippers" e 41 (51%) "non-dippers". Entre os hipertensos (n=76)...

Terapêutica endovascular percutânea na oclusão arterial ilíaca crônica; Percutaneous endovascular therapy of chronic iliac artery occlusion

Carnevale, Francisco Cesar
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 03/09/1999 Português
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58.04556%
A revascularização da oclusão arterial ilíaca crônica com implante de endoprótese vascular é uma nova modalidade terapêutica para os pacientes com aterosclerose obliterante das extremidades. Os objetivos deste trabalho são verificar: os resultados clínico e radiológico do tratamento percutâneo com implante de endoprótese vascular nas oclusões arteriais crônicas do território ilíaco; a influência da aterosclerose e seus principais fatores de risco; os principais sintomas clínicos segundo os estágios de Fontaine e o comportamento das endopróteses vasculares, avaliando as permeabilidades primária e secundária. Foram estudados 67 pacientes, com 69 oclusões arteriais ilíacas crônicas, submetidos a intervenção de janeiro de 1992 a dezembro de 1998, por meio de avaliação clínica, Doppler com medida do índice tornozelo/braço e arteriografia dos membros inferiores. As revascularizações arteriais ilíacas foram realizadas sob anestesia local, utilizando-se as endopróteses tipos Wallstent® e Cragg®. O índice de sucesso técnico foi de 97,10%. A mediana do período de internação foi de dois dias e as complicações mais importantes foram tromboses arteriais (2,99%), roturas arteriais (2,99%) e embolia poplítea (1...

Avaliação da extensão da oclusão arterial na isquemia crônica de membros inferiores: estudo comparativo da ecografia com Doppler colorido e da arteriografia; Assessment of the arterial occlusion extension in the lower extremity chronic ischemia: a comparative study of the duplex ultrasound and the arteriography

Fidelis, Ronald José Ribeiro
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 07/11/2006 Português
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38.40436%
A arteriografia é um exame radiológico invasivo que permite ver as características da luz das artérias tronculares e de pequenos ramos musculares e colaterais, tornando possível constatar alterações parietais mínimas através da injeção intravascular de meio de contraste. Apesar do grande desenvolvimento tecnológico que experimentou nas últimas décadas, tem limitações para definir a extensão da obstrução e o leito arterial pósobstrução na Doença Arterial Oclusiva de Membros Inferiores (DAO). Alguns estudos já analisaram a arteriografia quanto à visibilização do leito distal em pacientes com DAO femoropoplítea, porém nenhum estudou a extensão do segmento ocluído no território aortoilíaco utilizando a arteriografia intra-operatória com injeção distal de contraste como teste padrão. Este estudo clínico, prospectivo, conduzido no Serviço de Cirurgia Vascular do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, foi desenvolvido para avaliar a arteriografia pré-operatória em sua capacidade de detectar a real extensão das oclusões arteriais, e o leito arterial distal a estas. A Ecografia com Doppler colorido também foi avaliada nesses mesmos aspectos. A extensão da oclusão foi definida como sendo a distância entre o ponto de oclusão e o ponto de reenchimento (PR) da luz arterial...

Identificação da expressão do vascular endothelial growth factor (VEGF) pela contagem de células marcadas imunoistoquimicamente no omento de ratos após ligadura arterial e após ligadura venosa

Zart, Ronald Paulo Pinto
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Dissertação Formato: application/pdf
Português
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48.702505%
O sistema cardiovascular está estrutural e funcionalmente disposto de modo “circular”. Situações de obstrução do fluxo sanguíneo determinam o aparecimento de mecanismos que visam suplantar tais interrupções e manter a circularidade íntegra. À nível molecular, o principal elemento envolvido nestes mecanismos é o Vascular Endothelial Growth Factor (VEGF). A expressão do VEGF quando há oclusão arterial está bem documentada, faltando elementos com relação à oclusão venosa. Neste estudo objetivamos verificar se a oclusão à nível arterial determina uma expressão do VEGF diferente daquela que ocorre se a oclusão acontecer à nível venoso. Para isso randomizamos dois grupos de ratos de experimentação. Em um grupo realizamos a oclusão da aorta infra-renal e em outro a oclusão da veia cava infra-renal. Posteriormente medimos a expressão do VEGF através da contagem do número de células marcadas imunoistoquimicamente no omento destes ratos. O resultado demonstrou que a expressão do VEGF, quando analisada pelo método proposto foi igual no grupo da oclusão venosa e no grupo da oclusão arterial.; The cardiovascular system is structurally and functionally circular. Situations in which there is obstruction to blood flow trigger mechanisms to bypass these blockages and maintenance the integrity of the circularity. At the molecular level the main factor involved is the Vascular Endothelial Growth Factor (VEGF). The VEGF expression associated with arterial occlusion is well documented but is lacking evidence when venous occlusion occurs. This study aimed to verify if the expression of VEGF when an occlusion occurs at venous level is the same or different from that caused at the arterial level. Two groups of rats were randomized by infra-renal aortic occlusion or inferior vena cava occlusion. VEGF was measured by counting the immunohistochemistry method marked cells at the omentum level. It was demonstrated that the VEGF expression is the same in the venous group obstruction as the arterial obstruction group.

Estudo retrospetivo da correção da persistência do canal arterial por cateterismo cardíaco em cães

Ventura, Rita João Matos
Fonte: Universidade de Lisboa. Faculdade de Medicina Veterinária Publicador: Universidade de Lisboa. Faculdade de Medicina Veterinária
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em 14/07/2015 Português
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38.55542%
Dissertação de Mestrado Integrado em Medicina Veterinária; Neste estudo retrospetivo pretendeu-se avaliar os resultados a curto (24 horas) e a longo prazo (quatro meses) da oclusão da persistência do canal arterial (PCA) por cateterismo cardíaco, recorrendo a dispositivos cardíacos como, a espiral de embolização (n=7), o Amplatzer® Vascular Plug (n=2) e o Amplatz® Canine Duct Occluder (ACDO; n=16) em 25 cães. Outro objetivo foi comparar as medidas do diâmetro mínimo do canal obtidas em ecocardiografia transesofágica bidimensional (ETE 2D) com as obtidas em ecocardiografia transtorácica bidimensional (ETT 2D), em ETT Doppler de cor e em ETE Doppler de cor. Confirmou-se a oclusão completa em 20 pacientes e a presença de um fluxo residual mínimo em cinco pacientes através da angiografia realizada durante o procedimento da oclusão. A curto prazo, através da ETT Doppler de cor foi possível observar a oclusão completa em todos os pacientes. O procedimento foi bem sucedido hemodinamicamente, evidenciando-se uma redução significativa do diâmetro diastólico final do ventrículo esquerdo indexado ao peso corporal (DDVE/Peso1/3; P<0,01), da fração de encurtamento (P<0,01) e do rácio diâmetro do átrio esquerdo/diâmetro da aorta (AE:Ao; P<0...

Oclusão isolada da artéria ciliorretiniana

Amaral, Cláudia Sofia Pimentel
Fonte: Universidade da Beira Interior Publicador: Universidade da Beira Interior
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em /06/2013 Português
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48.39323%
Uma Oclusão é um bloqueio que ocorre em vasos sanguíneos devido a: resíduos na corrente sanguínea, a inflamação ou pressão sanguínea elevada. Na presença de êmbolos em circulação, o pequeno calibre dos vasos propícia o seu alojamento, provocando Oclusão da Artéria Central da Retina (CRAO). A artéria cicliorretiniana, quando presente, contribui adicionalmente para o fornecimento de sangue para a região macular, podendo assim resultar na preservação da mácula e por conseguinte da visão central. Deste modo, mesmo havendo CRAO é possível que a visão seja pouco afetada na presença de uma artéria ciliorretiniana. A oclusão das artérias ciliorretinianas pode ocorrer de diversas formas: isoladamente, situação rara e objecto do caso clinico descrito neste trabalho; em combinação com a oclusão da veia central da retina; ou no contexto da Neuropatia Ótica Isquémica Anterior (NOIA). É importante salientar que qualquer tipo de oclusão arterial deve ser considerado como uma situação de verdadeira emergência oftalmológica dado que 105 minutos de isquemia da retina são o suficiente para provocar um lesão irreversível levando à perda permanente da visão. Existem, no entanto, métodos para diminuir as hipóteses de ocorrência de uma oclusão...

Oclusão unilateral da veia central da retina

Santos, Andrea
Fonte: Universidade da Beira Interior Publicador: Universidade da Beira Interior
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em //2009 Português
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38.32433%
Doença obstrutiva venosa é uma afecção comum da retina. Usualmente as obstruções venosas são reconhecidas facilmente e as suas opções terapêuticas têm sido muito investigadas. As oclusões venosas retinianas são a segunda causa mais comum de patologias vasculares da retina, atrás apenas da Retinopatia Diabética A classificação é feita de acordo com a obstrução; se ela é da veia central da retina ou se é apenas de um dos seus ramos. A obstrução da veia central da retina (OVCR) e a obstrução do ramo central da retina (ORCR) diferem na sua fisiopatologia, associação com doenças sistémicas, aspectos clínicos e tratamento. A oclusão da veia central da retina é diagnosticada quando o doente se apresenta com hemorragias nos quatro quadrantes da retina; as veias estão visualmente dilatadas e tortuosas e há a presença de manchas algodonosas. Na maioria dos casos, a oclusão da veia central da retina, ou de um dos seus ramos, deve-se à trombose venosa local, em regiões em que as artérias esclerosadas comprimem as veias: Oclusão da Veia Central da Retina, o trombo situa-se na lâmina crivosa; Oclusão de um Ramo, o trombo situa-se nos cruzamentos arteriovenosos. Com uma oclusão total da veia central da retina...

Prevalência de hipertensão arterial em pacientes com oclusão do ramo da veia central da retina

Rosa,Alexandre Antonio Marques; Ortega,Kátia Coelho; Mion Jr.,Décio; Nakashima,Yoshitaka
Fonte: Conselho Brasileiro de Oftalmologia Publicador: Conselho Brasileiro de Oftalmologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/04/2008 Português
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38.648296%
OBJETIVOS: Identificar em pacientes com oclusão do ramo da veia central da retina utilizando a monitorização ambulatorial da pressão arterial e medidas clínicas da pressão arterial: prevalência de hipertensão e o perfil noturno da pressão arterial. MÉTODOS: Prospectivamente, 93 olhos de 83 pacientes com oclusão do ramo da veia central da retina foram submetidos à avaliação oftalmológica. Após, os pacientes foram encaminhados para avaliação clínica e monitorização da pressão arterial. Pacientes sem descenso da pressão durante o sono ("non-dipper") foram definidos como um declínio na pressão arterial sistólica < 10%, e pacientes com descenso presente ("dipper") quando este valor fosse superior. RESULTADOS: A doença acometeu um olho em 73 (88%) pacientes. O ramo temporal superior foi o local da oclusão em 61 (65,6%) olhos, no restante o ramo temporal inferior foi afetado. Setenta e seis (92%) pacientes formam diagnosticados como hipertensos após a avaliação clínica. A monitorização ambulatorial da pressão arterial identificou 76 hipertensos, 5 normotensos, 1 hipertenso do avental branco e 1 hipertenso mascarado. Estes 2 últimos foram excluídos da análise. Dos 81 pacientes, analisados. Quarenta (49%) eram "dippers" e 41 (51%) "non-dippers". Entre os hipertensos (n=76)...

Oclusão bilateral das artérias carótidas internas, sífilis meningovascular e SIDA: relato de caso

LAMBRECHT,FLORISBERTO; SÁ,DANIEL S. DE; KOERBEL,ANDREI; TAMANINI,ALEXANDRO; MACHARETH,SÁVIO L.; SCOLA,ROSANA HERMINIA; TEIVE,HÉLIO A. G.; WERNECK,LINEU CESAR
Fonte: Academia Brasileira de Neurologia - ABNEURO Publicador: Academia Brasileira de Neurologia - ABNEURO
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/1999 Português
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47.746294%
Relatamos um caso de obstrução bilateral na origem das artérias carótidas internas, apresentando como sinais/sintomas associados hemiparesia e hipoestesia superficial e profunda à direita, associada a sífilis meningovascular em paciente com SIDA. Tomografia de crânio apresentou pequenas lesões hipodensas, com predomínio à esquerda, e arteriografia evidenciou oclusão bilateral das artérias carótidas. A associação entre lues e SIDA não é infrequente, porém o quadro oligossintomático do paciente, provavelmente devido a oclusão arterial lenta e gradual chama a atenção.

Aneurisma de hiperfluxo próprio da artéria comunicante posterior decorrente de efeito hemodinâmico em paciente com oclusão da artéria subclávia tratado por angioplastia

Freitas,José Maria Modenesi; Pieruccetti,Marcos Antônio; Andrade,Guilherme Cabral de; Listik,Ségio; Costa,Ricardo J.; Rodrigues Jr,José Carlos; Haikel Jr,Luis F.; Gregorini,Marcos Rogério; Pereira,Clemente Augusto B.
Fonte: Academia Brasileira de Neurologia - ABNEURO Publicador: Academia Brasileira de Neurologia - ABNEURO
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/2005 Português
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58.27884%
Aneurismas próprios da artéria comunicante posterior são extremamente raros possuindo uma incidência que varia de 0,1 a 2,8% de todos os aneurismas. O surgimento de aneurisma intracraniano em virtude de alterações de fluxo por oclusão arterial é descrito na literatura. Apresentamos o caso de homem de 69 anos, vítima de hemorragia subaracnóidea, com diagnóstico de aneurisma próprio da artéria comunicante posterior direita. Havia também, oclusão da artéria subclávia esquerda com roubo de fluxo da artéria vertebral direita pela vertebral esquerda. Realizou-se tratamento endovascular com angioplastia e colocação de stent na artéria subclávia esquerda com conseqüente oclusão do aneurisma. Discutimos o restabelecimento do fluxo arterial intracraniano como forma de tratamento deste aneurisma.

Oclusão de ramo arterial retiniano bilateral

Freitas,Luiz Guilherme Azevedo de; Isaac,David Leonardo Cruvinel; Gabriel,Luiz Alexandre Rassi; Bianchi,Lívia Carla de Souza Nassar; Ávila,Marcos Pereira de
Fonte: Sociedade Brasileira de Oftalmologia Publicador: Sociedade Brasileira de Oftalmologia
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/08/2013 Português
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47.89125%
Os autores relatam o caso de uma paciente que apresentou quadro bilateral de oclusão de ramos arteriais da retina sem causas sistêmicas identificáveis para o aparecimento da doença.

O uso da estreptoquinase no tratamento da oclusão arterial aguda pós-cateterização da artéria femoral em crianças com menos de 10 kg

Mandelli,Nilo César Barbosa; Nhuch,Cláudio; Fontes,Paulo Roberto; Paiva,Haroldo Diez; Rossi,Raul; Pereira,Mario Frederico Chagas; Perini,Silvio
Fonte: Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular (SBACV) Publicador: Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular (SBACV)
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/03/2007 Português
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68.708716%
CONTEXTO: O tratamento da oclusão arterial aguda em menores de 5 kg tem constituído tema de discussão. OBJETIVOS: Avaliar o tratamento do quadro da oclusão arterial aguda pós-cateterismo da artéria femoral em crianças com menos de 10 kg com o uso de heparina isolada e também associada com estreptoquinase, e comparar os resultados do exame físico (como diagnóstico), da reversão da oclusão arterial, de complicações e de exames laboratoriais nos dois métodos MÉTODOS: Trinta casos de oclusão da artéria femoral foram identificados em 1.583 cateterismos em crianças no Instituto de Cardiologia de Porto Alegre, entre 1992 e 2000. Os pacientes foram divididos em dois grupos: um usou apenas heparina (14 casos), e o outro usou heparina associada com estreptoquinase (16 casos). Os exames laboratoriais (tempo de protrombina, tempo de tromboplastina parcial ativado e fibrinogênio) coletados antes e durante a infusão intravenosa foram avaliados estatisticamente, assim como o tempo de uso da medicação, as complicações e os resultados. RESULTADOS: O exame físico mostrou-se método fidedigno para avaliar a oclusão; no grupo que utilizou a associação de heparina e estreptoquinase, houve a resolução de 87% dos casos de oclusão arterial...

Oclusão arterial aguda de stent fêmoro-poplíteo

Rossi,Fabio Henrique; Uehara,Milton Kiyonory; Chen,Juliana; Maia,Thiago Emilio Burza; Darold,Eduardo Mulinari; Martins,Andréia Silveira; Izukawa,Nilo Mitsuro; Prakasan,Akash Kuzhiparambil; Izukawa,Nilo Mitsuro
Fonte: Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular (SBACV) Publicador: Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular (SBACV)
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/2009 Português
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47.604707%
A oclusão aguda de stent fêmoro-poplíteo pode ser causa de isquemia crítica dos membros inferiores. A terapia fibrinolítica pode não ser a forma de tratamento mais indicada para o grupo de pacientes com esse quadro clínico. Neste artigo, apresentamos um caso em que a retirada de um fragmento de stent por endarterectomia tornou possível a revascularização do membro.

Oclusão arterial aguda por derivados da ergotamina

Souza,Edison Barreto de; Araújo,Márcia Marinho Gomes de
Fonte: Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular (SBACV) Publicador: Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular (SBACV)
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/2009 Português
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68.19628%
Os derivados da ergotamina compõem diversas drogas amplamente utilizadas no tratamento de ataques agudos de migrânea. A intoxicação por estas substâncias resulta geralmente de sua administração crônica, promovendo sintomas secundários ao espasmo arterial e à consequente isquemia distal. Neste artigo, é relatado o caso de uma paciente de 47 anos com diagnóstico de oclusão arterial aguda em membros inferiores secundária ao uso de derivados da ergotamina. Após a suspensão da droga e a prescrição de anticoagulantes, vasodilatadores e antiagregante plaquetário, a paciente evoluiu com melhora da dor, da parestesia e com o retorno da coloração normal e dos pulsos distais em membros inferiores.

Oclusão arterial aguda de membros inferiores por êmbolo tumoral em paciente com neoplasia de pulmão

Alcântara,Viviane Queli Macedo de; Souza,Germana Gabriela Campos de; Borges,Rodrigo Dafico Bernardes de Sousa; Milhomem,Paula Sabrina Araújo; Sales,Werther Souza; Brandão,Marcelo Luiz; Rassi,Ana Lúcia; Fernandes,Ly de Freitas
Fonte: Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular (SBACV) Publicador: Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular (SBACV)
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2012 Português
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47.81127%
A embolia arterial periférica originada de tumores malignos é considerada uma manifestação rara da doença neoplásica, podendo se originar de vários sítios, incluindo coração, aorta e veias pulmonares, sendo estas últimas, fontes massivas de embolia por trombo ou tumores com erosão para seu lúmen. Apesar de infrequente, a neoplasia pulmonar deve ser considerada como uma fonte de êmbolos para as extremidades, principalmente quando há invasão neoplásica para as veias pulmonares. Apresentamos o caso de um paciente do sexo masculino submetido à pneumectomia por neoplasia pulmonar, que evoluiu com oclusão arterial aguda de membros inferiores por êmbolo tumoral " a cavaleiro".

Oclusão percutânea do canal arterial com molas de liberação controlada

Lopes,Roberto Max; Gonçalves,Francis Magalhães; Barbosa,Maurício de Rezende; Martins,Cristiane Nunes; Vrandecic,Mario Osvaldo
Fonte: Sociedade Brasileira de Hemodinâmica e Cardiologia Intervencionista - SBHCI Publicador: Sociedade Brasileira de Hemodinâmica e Cardiologia Intervencionista - SBHCI
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2010 Português
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38.44396%
INTRODUÇÃO: A oclusão percutânea do canal arterial tem sido realizada com eficácia e segurança, reservando-se o tratamento cirúrgico a situações específicas tecnicamente desfavoráveis à utilização da via percutânea, como a abordagem de prematuros. O dispositivo mola de liberação controlada configurou-se como técnica segura e de baixo custo. Apresentamos a experiência de nosso serviço com esse dispositivo, discutindo aspectos técnicos do implante e características do material utilizado. MÉTODO: No período de 2002 a 2009 foram encaminhados 90 pacientes para oclusão percutânea do canal arterial. A seleção da mola a ser utilizada guardou relação com o menor diâmetro do canal arterial. Todos os pacientes foram diagnosticados em base clínica, com confirmação por meio de ecocardiografia transtorácica. Foi realizado angiograma imediatamente após o procedimento para verificação da presença de fluxo residual e de possíveis complicações imediatas. RESULTADOS: A idade variou de 4 meses a 36 anos (mediana de 3 anos e 4 meses). O diâmetro do canal arterial variou de 0,2 mm a 6 mm (média de 2,3 mm). Os tipos de canal arterial persistente, de acordo com a classificação morfológica de Krichenko, distribuíram-se da seguinte forma: tipo A...

Aspectos particulares da oclusão percutânea do canal arterial do adulto

Chamié,Francisco; Simões,Luiz Carlos; Chamié,Daniel; Mattos,Renata; Castro,Pedro de
Fonte: Sociedade Brasileira de Hemodinâmica e Cardiologia Intervencionista - SBHCI Publicador: Sociedade Brasileira de Hemodinâmica e Cardiologia Intervencionista - SBHCI
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/03/2013 Português
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38.478965%
INTRODUÇÃO: A oclusão percutânea do canal arterial é um método seguro, eficaz e facilmente reproduzível. O canal arterial do adulto pode apresentar alterações degenerativas, que aumentam o risco da cirurgia e favorecem o procedimento percutâneo. Descrevemos a experiência de um centro único com a oclusão percutânea do canal arterial em adultos e destacamos aspectos técnicos particulares desse procedimento. MÉTODOS: Revisamos os registros de todos os pacientes > 20 anos de idade submetidos a oclusão do canal arterial entre março de 2001 e dezembro de 2012. Os casos foram selecionados por ecocardiografia transtorácica. RESULTADOS: Analisamos 33 pacientes, a maioria do sexo feminino (72,7%), com médias de idade de 30,9 ± 12,8 anos e de peso de 63,9 ± 12,4 kg. Somente 3 pacientes tinham sintomas e 2 pacientes apresentaram defeitos associados, tratados no mesmo procedimento. Os implantes foram possíveis em todos os casos. Foram utilizadas 1 mola Flipper, 19 próteses AmplatzerTM Duct Occluder tipo I, 3 próteses AmplatzerTM Duct Occluder tipo II, 8 próteses CeraTM PDA Occluder e 2 próteses para comunicação interventricular muscular. O uso de balões medidores foi necessário em 5 casos. O seguimento médio foi de 46...

Oclusão isolada da artéria ciliorretiniana

Amaral, Cláudia Sofia Pimentel
Fonte: Universidade da Beira Interior Publicador: Universidade da Beira Interior
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em /06/2013 Português
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48.39323%
Uma Oclusão é um bloqueio que ocorre em vasos sanguíneos devido a: resíduos na corrente sanguínea, a inflamação ou pressão sanguínea elevada. Na presença de êmbolos em circulação, o pequeno calibre dos vasos propícia o seu alojamento, provocando Oclusão da Artéria Central da Retina (CRAO). A artéria cicliorretiniana, quando presente, contribui adicionalmente para o fornecimento de sangue para a região macular, podendo assim resultar na preservação da mácula e por conseguinte da visão central. Deste modo, mesmo havendo CRAO é possível que a visão seja pouco afetada na presença de uma artéria ciliorretiniana. A oclusão das artérias ciliorretinianas pode ocorrer de diversas formas: isoladamente, situação rara e objecto do caso clinico descrito neste trabalho; em combinação com a oclusão da veia central da retina; ou no contexto da Neuropatia Ótica Isquémica Anterior (NOIA). É importante salientar que qualquer tipo de oclusão arterial deve ser considerado como uma situação de verdadeira emergência oftalmológica dado que 105 minutos de isquemia da retina são o suficiente para provocar um lesão irreversível levando à perda permanente da visão. Existem, no entanto, métodos para diminuir as hipóteses de ocorrência de uma oclusão...

Oclusão unilateral da veia central da retina

Santos, Andrea
Fonte: Universidade da Beira Interior Publicador: Universidade da Beira Interior
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em //2009 Português
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38.32433%
Doença obstrutiva venosa é uma afecção comum da retina. Usualmente as obstruções venosas são reconhecidas facilmente e as suas opções terapêuticas têm sido muito investigadas. As oclusões venosas retinianas são a segunda causa mais comum de patologias vasculares da retina, atrás apenas da Retinopatia Diabética A classificação é feita de acordo com a obstrução; se ela é da veia central da retina ou se é apenas de um dos seus ramos. A obstrução da veia central da retina (OVCR) e a obstrução do ramo central da retina (ORCR) diferem na sua fisiopatologia, associação com doenças sistémicas, aspectos clínicos e tratamento. A oclusão da veia central da retina é diagnosticada quando o doente se apresenta com hemorragias nos quatro quadrantes da retina; as veias estão visualmente dilatadas e tortuosas e há a presença de manchas algodonosas. Na maioria dos casos, a oclusão da veia central da retina, ou de um dos seus ramos, deve-se à trombose venosa local, em regiões em que as artérias esclerosadas comprimem as veias: Oclusão da Veia Central da Retina, o trombo situa-se na lâmina crivosa; Oclusão de um Ramo, o trombo situa-se nos cruzamentos arteriovenosos. Com uma oclusão total da veia central da retina...

Reconstruções arteriais associadas à ressecção de tumores malignos; Arterial reconstructions associated with the resection of malignant tumors

Nishinari, Kenji; Wolosker, Nelson; Yazbek, Guilherme; Zerati, Antônio Eduardo; Nishimoto, Inês Nobuko; Puech-Leão, Pedro
Fonte: Universidade de São Paulo. Faculdade de Medicina Publicador: Universidade de São Paulo. Faculdade de Medicina
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; Formato: application/pdf
Publicado em 01/08/2006 Português
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38.545945%
OBJETIVO: Quando há acometimento de artérias tronculares por neoplasias malignas e o tratamento cirúrgico é empregado para realização de ressecções tumoral e arterial, a reconstrução vascular deve ser imediata, para evitar a isquemia de tecidos nobres. O objetivo desse trabalho é analisar os resultados do tratamento de pacientes portadores de neoplasias malignas submetidos a ressecções tumoral e vascular associada à reconstrução arterial, avaliando a perviedade primária das reconstruções, as complicações arteriais e a sobrevida dos pacientes. MÉTODOS: Foram acompanhados 36 pacientes com neoplasias em regiões cervical, abdominal ou extremidades inferiores, operados eletivamente no período de setembro de 1997 a setembro de 2004 no Hospital do Câncer A.C.Camargo em São Paulo. Os pacientes foram divididos em três grupos de acordo com a localização das neoplasias: Cervical (14), Extremidade (13) e Abdome (9). Foram realizadas 38 reconstruções arteriais nos 36 pacientes. RESULTADOS: Houve cinco complicações arteriais, sendo duas precoces e três tardias. Entre as precoces, houve uma oclusão carotídea sintomática com seqüelas e uma rotura de enxerto femoral sem seqüelas. Entre as tardias, houve uma oclusão carotídea sintomática...