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Desenvolvimento, maturação e armazenamento de pedúnculos de cajueiro anão precoce CCP-76 sob influência do cálcio; Developing, maturation and storage cashew apples of the clone CCP-76 under the influence of calcium

Figueiredo, Raimundo Wilane de
Fonte: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP Publicador: Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Publicado em 17/03/2000 Português
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Três experimentos foram desenvolvidos em duas etapas, utilizando-se as dependências e instalações da Embrapa - Agroindústria Tropical, em Fortaleza, CE, com os seguintes objetivos: avaliar quanto aos aspectos físicos, físico-químicos, químicos e bioquímicos de pedúnculos de cajueiro anão precoce CCP-76 durante o desenvolvimento e maturação; caracterizar quantitativa e qualitativamente as alterações nos constituintes da parede celular do pedúnculo associadas aos processos de desenvolvimento e maturação, e verificar o efeito da aplicação pós-colheita de cálcio, em diferentes concentrações, sobre as características físicas, físico-químicas, químicas e bioquímicas dos pedúnculos submetidos a armazenamento refrigerado sob atmosfera modificada. Os cajus utilizados neste trabalho, foram obtidos na área comercial de clones de cajueiro anão precoce instalada na Empresa Mossoró Agro-industrial S.A. O clone selecionado para este estudo foi o CCP-76 por ser o mais cultivado para produção de pedúnculos para comercialização in natura. As colheitas foram feitas em junho e agosto de 1997 para os experimentos 1 e 2 respectivamente, e em novembro de 1998 para o experimento 3. Os cajus, depois de colhidos, foram imediatamente transportados para o laboratório...

Efeito do cloreto de cálcio na pós-colheita de goiaba Cortibel

Werner,Elias Terra; Oliveira Junior,Luiz Fernando Ganassali de; Bona,Ana Paula de; Cavati,Bruna; Gomes,Tarsila Daysy Ursula Hermogenes
Fonte: Instituto Agronômico de Campinas Publicador: Instituto Agronômico de Campinas
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2009 Português
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27.599578%
O objetivo desse trabalho foi prolongar o período de conservação e manter a qualidade de goiabas (Psidium guajava L.) Cortibel, por meio da aplicação de diferentes concentrações de cloreto de cálcio. Os frutos foram separados em quatro lotes, o controle (sem cálcio) e os tratamentos, que receberam a aplicação de CaCl2 a 1%, 2% e 3% (p/v) por imersão durante 15 minutos para posterior análise de perda de massa fresca, pH, determinação de firmeza, sólidos solúveis totais, acidez total titulável, relação entre sólidos solúveis totais e acidez total titulável, quantidade de clorofilas a e b e carotenóides, teor de ácido ascórbico na casca e na polpa e atividade da pectinametilesterase. A concentração de 1% foi responsável pela menor perda de massa fresca, maior firmeza e menor atividade da pectinametilesterase, demonstrando que o cálcio é importante para conservação do fruto, uma vez que atua na regulação do seu amadurecimento. Essa concentração retardou a perda de coloração e manteve o maior teor de ácido ascórbico na casca sem, contudo, diferir estatisticamente das outras concentrações no teor de sólidos solúveis totais e pH. Além disso, verifica-se que maiores concentrações de cálcio não beneficiam as características pós-colheita de goiaba.

Mudanças relacionadas ao amaciamento da graviola durante a maturação pós-colheita

Lima,Maria Auxiliadora Coêlho de; Alves,Ricardo Elesbão; Filgueiras,Heloísa Almeida Cunha
Fonte: Embrapa Informação Tecnológica; Pesquisa Agropecuária Brasileira Publicador: Embrapa Informação Tecnológica; Pesquisa Agropecuária Brasileira
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2006 Português
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17.274631%
Este trabalho teve por objetivo avaliar mudanças físicas, químicas e bioquímicas relacionadas ao amaciamento de graviola (Annona muricata L.) Crioula durante a maturação. Os frutos foram colhidos no estádio de maturidade fisiológica, em plantas cultivadas na Estação Experimental da Embrapa Agroindústria Tropical, em Pacajus, Ceará, armazenados a 26,3±0,6 ºC e 88±12% de umidade relativa, durante 1, 2, 3, 4 e 5 dias. Utilizou-se o delineamento experimental inteiramente casualizado, com quatro repetições. As variáveis analisadas foram: perda de massa, amido, pectina total e solúvel, e atividades das enzimas amilase, pectinametilesterase, poligalacturonase, alfa-galactosidases e beta-galactosidases. Não houve variação significativa no conteúdo de pectina solúvel. Após cinco dias, a perda de massa atingiu 5%, mas não promoveu murcha dos frutos. As reduções nos conteúdos de amido e de pectina total coincidiram com período de expressiva atividade, respectivamente, das enzimas amilase e da poligalacturonase e beta-galactosidase de parede celular. As modificações mais acentuadas no conteúdo de amido, de pectina total, na solubilização de pectinas e na atividade das enzimas amilase, pectinametilesterase, poligalacturonase e beta-galactosidase de parede celular ocorreram no período do segundo ao quarto dia após a colheita.

Qualidade textural de tomates cultivados em substratos orgânicos submetidos à aplicação de substâncias húmicas

Pires,Caroline Roberta Freitas; Lima,Luiz Carlos de Oliveira; Vilas Boas,Eduardo Valério de Barros; Alves,Rosiana Rodrigues
Fonte: Embrapa Informação Tecnológica; Pesquisa Agropecuária Brasileira Publicador: Embrapa Informação Tecnológica; Pesquisa Agropecuária Brasileira
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/11/2009 Português
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17.274631%
O objetivo deste trabalho foi avaliar os efeitos de substâncias húmicas e de diferentes substratos orgânicos na qualidade textural dos frutos do tomateiro híbrido Vênus, em ambiente protegido. Utilizaram-se, quatro tipos de substratos: fibra de coco; fibra de coco e casca de café carbonizada 1/3 (v/v); fibra de coco e casca de café carbonizada 2/3 (v/v); e casca de café carbonizada. As doses de substâncias húmicas (ácido húmico, 10% + ácido fúlvico 10,2%) utilizadas foram 0, 20, 40 e 80 L ha-1, aplicadas ao substrato quinzenalmente, a partir do oitavo dia após o transplantio. O delineamento utilizado foi o de blocos ao acaso, em arranjo fatorial 4x4. Avaliaram-se firmeza dos frutos, percentagem de solubilização péctica e atividade enzimática (pectinametilesterase e poligalacturonase). Observou-se variação na atividade das enzimas pectinametilesterase e poligalacturonase, em consequência das doses de substâncias húmicas adicionadas, nos diferentes substratos. O efeito das doses de substâncias húmicas sobre a firmeza, solubilidade de pectinas e atividade enzimática, em frutos de tomate, depende do substrato utilizado. Frutos obtidos de plantas cultivadas em fibra de coco apresentaram aumento de firmeza e redução da percentagem de solubilização péctica com a aplicação de doses crescentes de substâncias húmicas.

Alterações pós-colheita da "fruta-de-lobo" (Solanum lycocarpum St. Hil.) durante o amadurecimento: análises físico-químicas, químicas e enzimáticas

Oliveira Junior,Enio Nazaré de; Santos,Custódio Donizete dos; Abreu,Celeste Maria Patto de; Corrêa,Angelita Duarte; Santos,José Zilton Lopez
Fonte: Sociedade Brasileira de Fruticultura Publicador: Sociedade Brasileira de Fruticultura
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2004 Português
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27.274631%
Estudaram-se, neste trabalho, algumas modificações físico-químicas, químicas e enzimáticas, em pós-colheita, durante o amadurecimento da fruta-de-lobo, comparando-as com as de outros frutos. Os frutos colhidos de plantas nativas no início do estádio de amadurecimento foram selecionados e armazenados durante 18 dias à temperatura ambiente (17,1 a 26,9ºC). Os frutos foram lavados com água destilada, descascados, picados, congelados em nitrogênio líquido e liofilizados até massa constante. O delineamento experimental utilizado foi o inteiramente casualizado, com quatro repetições de 3 frutos. Os valores de pH e acidez titulável não variaram estatisticamente durante o amadurecimento. A atividade de amilase e os teores de amido diminuíram gradativamente com o aumento dos açúcares solúveis totais e não redutores, enquanto os teores dos redutores se mantiveram constantes. Os teores de pectinas totais e solúveis diminuíram, enquanto a atividade de pectinametilesterase manteve-se constante. As atividades das enzimas poligalacturonase e polimetilgalacturonase não foram detectadas no fruto. Observou-se diminuição dos teores de polifenóis e das atividades das enzimas peroxidase e polifenoloxidase e conseqüente diminuição do escurecimento da polpa do fruto.

Atividade da pectinametilesterase e sua relação com a perda de firmeza da polpa de mamão cv. Sunrise Solo e Tainung

Fontes,Renata Venturim; Santos,Mirella Pupo; Falqueto,Antelmo Ralph; Silva,Diolina Moura
Fonte: Sociedade Brasileira de Fruticultura Publicador: Sociedade Brasileira de Fruticultura
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/03/2008 Português
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O objetivo deste trabalho foi avaliar a atividade da pectinametilesterase (PME) em mamão (Carica papaya L.), cv. Sunrise Solo e Tainung, e relacionar suas alterações com a perda de firmeza da polpa durante o amadurecimento. Os frutos foram coletados diariamente em uma lavoura comercial em Aracruz - ES, e armazenados sob temperatura ambiente (aproximadamente, 25ºC) até o período das análises. A perda da firmeza da polpa dos frutos das cultivares iniciou-se no 4º dia após a colheita (DAC); entretanto, a cv. Sunrise Solo apresentou uma redução mais acentuada em relação à cv. Tainung. A atividade da PME na cv. Sunrise Solo foi alta no 1º DAC e reduziu gradativamente até o 4º DAC, quando atingiu seu menor valor. No 5º DAC, a atividade aumentou, permanecendo praticamente inalterada até o 8º DAC. Na cv. Tainung, a atividade aumentou até o 3º DAC e decresceu no 4º DAC. No 5º DAC, sua atividade aumentou novamente, atingindo seu maior valor no 6º DAC. A partir daí, a atividade da enzima reduziu-se significativamente, mantendo o mesmo valor até o último dia de análise (8º DAC). O coeficiente de correlação obtido entre a atividade da PME e a firmeza da polpa dos frutos da cv. Sunrise Solo, após o 4º DAC, foi de R = - 0...

Atividade de enzimas pectinametilesterase e poligalacturonase durante o amadurecimento de tomates do grupo multilocular

Resende,Josane Maria; Chitarra,Maria Isabel F.; Maluf,Wilson Roberto; Chitarra,Adimilson Bosco; Saggin Júnior,Orivaldo José
Fonte: Associação Brasileira de Horticultura Publicador: Associação Brasileira de Horticultura
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2004 Português
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27.274631%
Mediu-se a atividade das enzimas pectinametilesterase (PME) e poligalacturonase (PG) em frutos de tomate do grupo multilocular em diferentes estádios de maturação e correlacionou-se com mudanças na textura, pectinas e licopeno. Os tomates foram colhidos no estádio verde-maturo e colocados a amadurecer em recinto com umidade relativa de 85-90% e temperatura ambiente de 20(0)C±2. Durante o armazenamento, foram retiradas amostras nos estádios verde-maturo, "de vez", maduro e vermelho-maduro para determinar a atividade enzimática. As outras características foram analisadas somente quando os frutos atingiram o estádio vermelho-maduro. Dentre os genótipos avaliados, três híbridos, H3: F1 (BPX 308B hv x Stevens), H8: F1 (BPX 308B hv x Piedmont) e H1: F1 (BPX 308B hv x BPX-127H) sobressaíram-se com melhores características para o consumo ao natural, quando comparado às testemunhas, por apresentarem menor atividade das enzimas PME e PG, o que reduziu a despolimerização e solubilização das pectinas resultando em maior textura. As maiores espessuras da polpa e menores números de lóculos também contribuíram para aumentar a textura do fruto melhorando a vida-de-prateleira e a qualidade dos frutos. A baixa atividade da enzima PG não influenciou o desenvolvimento da cor...

Textura de goiabas "Pedro Sato" submetidas à aplicação de cloreto de cálcio

Xisto,Andréa Luiza Ramos Pereira; Abreu,Celeste Maria Patto de; Corrêa,Angelita Duarte; Santos,Custódio Donizete dos
Fonte: Editora da Universidade Federal de Lavras Publicador: Editora da Universidade Federal de Lavras
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/02/2004 Português
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27.599578%
Entre as técnicas utilizadas para manter a qualidade pós-colheita de frutos, destaca-se a aplicação de cálcio, geralmente associada à refrigeração. No entanto, nem todos os produtores têm acesso a câmaras frias; portanto, objetivou-se neste trabalho avaliar o tratamento isolado com cloreto de cálcio na manutenção da aparência de goiabas (Psidium guajava L.) destinadas ao consumo “in natura”, armazenadas em condições ambientes. O tratamento hidrotérmico à temperatura de 30ºC com cloreto de cálcio a 1g/100 mL (CCa) foi testado, comparando-o com frutos sem tratamento (SCa). Em seguida, os frutos foram armazenadas em condições ambientes (22,6ºC ± 1, UR 75% ± 5) durante quatro dias. Após o armazenamento, avaliaram-se os teores de pectina total e solúvel e as atividades de pectinametilesterase e poligalacturonase. O emprego de cálcio afetou as características analisadas, proporcionando menores teores de pectina solúvel e atividades mais baixas de pectinametilesterase e poligalacturonase, promovendo um amaciamento menos intenso e mantendo a firmeza desses frutos durante o período de armazenamento.

Análise in silico de pectinametilesterases de Coffea spp.

LEITE, T. F.; BUDZINSKI, I. G. F.; CAÇÃO, S. M. B.; PEREIRA, L. F. P.; VIEIRA, L. G. E.
Fonte: In: SIMPÓSIO DE PESQUISA DOS CAFÉS DO BRASIL, 5., 2007, Águas de Lindóia. Anais... Brasília, DF: Embrapa Café, 2007. Publicador: In: SIMPÓSIO DE PESQUISA DOS CAFÉS DO BRASIL, 5., 2007, Águas de Lindóia. Anais... Brasília, DF: Embrapa Café, 2007.
Tipo: Artigo em anais de congresso (ALICE)
Português
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A maturação desuniforme dos frutos do cafeeiro, associada a práticas inadequadas de colheita e pós-colheita, pode prejudicar a qualidade final do café. Visando compreender melhor os genes envolvidos na maturação de frutos do cafeeiro foram iniciados estudos in silico e in vivo da atividade da pectinametilesterase (PME-EC 3.2.1.11). A PME é a enzima responsável por catalisar a desmetilação de ésteres metílicos dos ácidos poligalacturônicos e se encontra distribuída em raízes, caules, folhas e frutos da grande maioria das plantas superiores. Essa enzima tem um importante papel no amaciamento de frutos pelo aumento da susceptibilidade das pectinas a poligalacturonase (PG) durante o amadurecimento. A análise in silico foi realizada através de buscas no banco de dados disponibilizados pelo projeto Genoma Café, assim como de outros bancos de domínio público. Foram identificados inicialmente 31 contigs, mas apenas oito destes apresentavam seqüências provenientes de bibliotecas de frutos de café. Comparação dos contigs obtidos nos bancos de dados do Genoma Café e do HarvEST Coffea, permitiu a caracterização in silico da expressão de alguns dos contigs nos diferentes estágios de maturação dos frutos. Análise da expressão in vivo destes contigs está sendo realizada para validação dos dados obtidos in silico.; 2007

Análise de genes expressos durante estádios finais da maturação de frutos de café.

BUDZINSKI, I. G. F.; CAÇÃO, S. M. B.; CARNEIRO, C. E. A.; PEREIRA, L. F. P.; VIEIRA, L. G. E.
Fonte: In: SIMPÓSIO DE PESQUISA DOS CAFÉS DO BRASIL, 4., 2005, Londrina. Anais... Brasília, DF: Embrapa Café, 2005. Publicador: In: SIMPÓSIO DE PESQUISA DOS CAFÉS DO BRASIL, 4., 2005, Londrina. Anais... Brasília, DF: Embrapa Café, 2005.
Tipo: Artigo em anais de congresso (ALICE)
Português
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27.599578%
A maturação uniforme dos frutos do cafeeiro relaciona-se diretamente com a qualidade da bebida. Diferentes floradas em um mesmo cafeeiro propiciam frutos em estádios desiguais de maturação podendo resultar em uma maior dificuldade na colheita, maior gasto com mão de obra e queda na qualidade do produto. Em frutos climatéricos, o processo final da maturação é desencadeado por um grande acúmulo de etileno, seguido por mudança bioquímicas e fisiológicas que promovem principalmente a desestabilização da parede celular dos frutos, composta principalmente por compostos pécticos. As pectinas são degradadas devido à solubilização e despolimerização da parede celular vegetal em decorrência da ação de enzimas como: pectinametilesterase, poligalacturonase, xiloglucanases, xilanases, pectinaliases e bgalactosidases. Nosso objetivo principal é caracterizar e entender as mudanças na expressão gênica e enzimática que ocorrem durante a maturação dos frutos de café, visando melhorar a uniformidade da maturação. Neste trabalho foram feitos estudos de expressão de genes que codificam para ACC oxidase, expansina, pectinametilesterase e poligalacturonases, através da análise ?in silico? do banco de dados do Projeto Genoma Café...

Textura de goiabas "Pedro Sato" submetidas à aplicação de cloreto de cálcio

Fonte: Editora da Universidade Federal de Lavras Publicador: Editora da Universidade Federal de Lavras
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Português
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Entre as técnicas utilizadas para manter a qualidade pós-colheita de frutos, destaca-se a aplicação de cálcio, geralmente associada à refrigeração. No entanto, nem todos os produtores têm acesso a câmaras frias; portanto, objetivou-se neste trabalho avaliar o tratamento isolado com cloreto de cálcio na manutenção da aparência de goiabas (Psidium guajava L.) destinadas ao consumo in natura , armazenadas em condições ambientes. O tratamento hidrotérmico à temperatura de 30ºC com cloreto de cálcio a 1g/100 mL (CCa) foi testado, comparando-o com frutos sem tratamento (SCa). Em seguida, os frutos foram armazenadas em condições ambientes (22,6ºC ± 1, UR 75% ± 5) durante quatro dias. Após o armazenamento, avaliaram-se os teores de pectina total e solúvel e as atividades de pectinametilesterase e poligalacturonase. O emprego de cálcio afetou as características analisadas, proporcionando menores teores de pectina solúvel e atividades mais baixas de pectinametilesterase e poligalacturonase, promovendo um amaciamento menos intenso e mantendo a firmeza desses frutos durante o período de armazenamento.

Modificações nas atividades da poligalacturonase e pectinametilesterase em morangos armazenados a temperatura ambiente

Silva, Polyanna Alves; Abreu, Celeste Maria Patto de; Corrêa, Angelita Duarte; Asmar, Simone Abreu
Fonte: Editora da Universidade Federal de Lavras Publicador: Editora da Universidade Federal de Lavras
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 30/04/2015 Português
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Os polissacarídeos das paredes celulares da ameixa D'Elvas e actividade de enzimas associadas à sua degradação como parâmetros de avaliação da maturação para a confitagem

Nunes, C.; Saraiva, J.; Coimbra, M. A.
Fonte: IPB, ESAB, SPQ Publicador: IPB, ESAB, SPQ
Tipo: Conferência ou Objeto de Conferência
Português
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Os polissacarídeos da parede celular de Ameixas d'Elvas ("Rainha Claudia Verde") provenientes de dois pomares de fenótipo semelhante, Vila Viçosa e Cano, mas que dão origem a ameixas confitadas com texturas muito diferentes, foram estudados, e quantificada a actividade das enzimas associadas à sua degradação. A análise dos polissacarídeos, por extracção sequencial, mostrou que as ameixas do pomar do Cano possuíam polissacarídeos pécticos mais facilmente solubilizados em água e polissacarídeos hemicelulósicos também mais solúveis em soluções alcalinas, do que as ameixas do pomar de Vila Viçosa. A quantificação das actividades das enzimas pectinametilesterase (PME), poligalacturonase (PG) e celulase (Cel) revelou que na altura da colheita para processamento, as ameixas do pomar do Cano tinham uma actividade inferior de PME e superior de PG e Cel, relativamente às do pomar de Vila Viçosa. A perda de firmeza dos fi-utos do pomar do Cano parece estar relacionada com um estado de maturação bioquírnico mais adiantado, que não é detectável pelos parâmetros convencionais de avaliação da maturação.

Qualidade dos frutos de tipos de melão,produzidos em ambiente protegido

Paduan,Micheline Tavares; Campos,Raquel Pires; Clemente,Edmar
Fonte: Sociedade Brasileira de Fruticultura Publicador: Sociedade Brasileira de Fruticultura
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2007 Português
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O interesse pela cultura do melão no Brasil tem aumentado muito nos últimos anos, pelas crescentes exportações e pelo incremento no consumo do mercado interno. O objetivo deste trabalho foi avaliar as características físicas e químicas, assim como a atividade da pectinametilesterase dos frutos de tipos de melão (Cucumis melo L.), produzidos em ambiente protegido, no município de Centenário do Sul-PR. Os tipos estudados foram: Valenciano ('Amarelo-Ouro'), Caipira ('Gaúcho Caipira'), Net Melon ('Net Galia'), Orange ('Orange Melon') e Pele-de-Sapo ('Filipo'), com cinco repetições, utilizando seis frutos por repetição em delineamento inteiramente casualizado. Os frutos do Valenciano e Pele-de-Sapo destacaram-se quanto à massa, com valores 2,02 e 2,07 kg, respectivamente, e formatos alongados, enquanto os demais tipos apresentaram formatos arredondados e massa em torno de 1,4 kg. Os melões Pele-de-Sapo apresentaram espessura da polpa de 43,36 mm, estatisticamente superior à dos frutos Valenciano, com 38,98 mm. A menor espessura de polpa, 24,78 cm, e a maior espessura de casca, 9,74 mm, foram encontradas nos frutos do tipo Caipira que diferiu estatisticamente dos outros tipos. Os valores de pH não se apresentaram estatisticamente diferentes e variaram de 6...

Firmeza de pêssegos 'diamante' tratados com 1-MCP

Oliveira,Fernanda Emanuele da Rocha; Abreu,Celeste Maria Patto de; Asmar,Simone Abreu; Corrêa,Angelita Duarte; Santos,Custódio Donizete dos
Fonte: Sociedade Brasileira de Fruticultura Publicador: Sociedade Brasileira de Fruticultura
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2005 Português
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No Brasil, o consumo de pêssegos in natura vem aumentando a cada ano. No entanto, durante o transporte, o período de armazenamento e a comercialização, as perdas são bastante significativas, havendo a necessidade de desenvolver tecnologias para manter a qualidade pós-colheita e prolongar a vida útil desses frutos. O composto 1-metilciclopropeno (1-MCP) vem sendo usado com resultados positivos em diversos tipos de frutos, como goiaba, banana, maçã, entre outras. Neste trabalho, foi avaliado o tratamento com 1-MCP em pêssegos armazenados em condições ambientais para a manutenção da firmeza dos frutos. Os frutos da cv. Diamante foram provenientes do município de Nepomuceno-MG, colhidos no estádio de maturação 'de vez' e selecionados em função do tamanho, estádio de maturação e ausência de injúrias. Os frutos foram submetidos à imersão em hipoclorito de sódio a 1% para desinfecção e parte deles foi tratada com 1-MCP, na concentração aproximada de 625 nL/L, por 12 horas. Em seguida, os frutos foram armazenados por até 10 dias, em temperatura ambiente (22 ± 2°C e 77 ± 2% UR). Foram realizadas análises de firmeza da polpa, solubilização de pectinas e atividades de pectinametilesterase e poligalacturonase a cada 2 dias até o final do período de armazenamento. Os frutos tratados com 1-MCP apresentaram maior firmeza e menor solubilização de pectinas durante o período avaliado e também menor atividade de pectinametilesterase que os frutos-controle até o 6º dia de armazenamento...

Firmeza de caqui 'Giombo' submetido à aplicação pós-colheita de cloreto de cálcio

Moraes,Maria Rosa de; Vieites,Rogério Lopes; Daiuto,Érica Regina; Picanço,Nagela Farias Magave
Fonte: Sociedade Brasileira de Fruticultura Publicador: Sociedade Brasileira de Fruticultura
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/10/2011 Português
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Este trabalho teve por objetivo avaliar o efeito da aplicação pós-colheita do cloreto de cálcio na firmeza de caquis 'Giombo', destanizados ou não. Os frutos foram colhidos manualmente com aproximadamente 50% da coloração verde, transportados para o Laboratório, onde foram selecionados, higienizados e imersos em água (T1= controle), e em solução de cloreto de cálcio, por 10 minutos, nas seguintes concentrações: T2 =0,5% CaCl2; T3 =1,0% CaCl2; T4 =2,0% CaCl2; e T5 =3,0% CaCl2. Em seguida, foram acondicionados em bandejas de poliestireno expandido, revestidas por filme plástico de polietileno de baixa densidade (PEBD). O armazenamento foi a 0 ºC e 85-90% UR, por 35 dias, com análise a cada 7 dias quanto à perda de massa, firmeza e atividade das enzimas poligalacturonase (PG) e pectinametilesterase (PME). Os frutos da testemunha do caqui não destanizado apresentaram, em média, a menor perda de massa e a maior manutenção da firmeza. Os frutos submetidos às diferentes concentrações de cálcio apresentaram as maiores atividades de PME no final do período de avaliação, sem diferença entre os tratamentos. Frutos não destanizados apresentaram menores atividades de PG quando comparados aos destanizados. A aplicação do cloreto de cálcio não apresentou incremento positivo na manutenção da qualidade e da firmeza dos caquis 'Giombo'.

Modificações nas atividades da poligalacturonase e pectinametilesterase em morangos armazenados a temperatura ambiente

Silva,Polyanna Alves; Abreu,Celeste Maria Patto de; Corrêa,Angelita Duarte; Asmar,Simone Abreu
Fonte: Editora da Universidade Federal de Lavras Publicador: Editora da Universidade Federal de Lavras
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2009 Português
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Objetivou-se, neste trabalho, avaliar as modificações da poligalacturonase (PG) e da pectinametilesterase (PME) em morangos cultivados na região de Lavras, MG, e armazenados em temperatura ambiente. Foram utilizados morangos das cultivares 'Oso-grande', 'Toyorrinho' e 'Tudla'. Utilizou-se o delineamento inteiramente casualizado com 4 repetições, sendo os tratamentos arranjados em esquema fatorial (3X2), sendo 3 cultivares e 2 dias de análises (0 e 5 dias). A parcela experimental foi constituída por 10 frutos. Durante o armazenamento houve uma diminuição nos teores de pectina total e um aumento nos de pectina solúvel em todas as variedades analisadas. A atividade da PG e PME aumentaram com o período de armazenamento, independente da cultivar.

Redução do amaciamento de banana 'Maçã' minimamente processada pelo uso de tratamentos químicos

Melo,Anderson Adriano Martins; Vilas Boas,Eduardo Valério de Barros
Fonte: Editora da Universidade Federal de Lavras Publicador: Editora da Universidade Federal de Lavras
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/06/2007 Português
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O uso de banana em saladas de frutas minimamente processadas possui restrições devido à sua elevada perda da firmeza após o fatiamento. Objetivou-se neste trabalho, avaliar o efeito de ácido ascórbico (AA), cloreto de cálcio (CC), cloridrato de L-cisteína (Cis) e Na2EDTA, empregados em associação com a atmosfera modificada, na prevenção do amaciamento de banana 'Maçã' minimamente processada. Foram utilizadas as seguintes combinações: 1 (AA 1% + CC 1% + Cis 0,5%); 2 (AA 1% + CC 1% + Cis 1%); 3 (AA 1% + CC 1% + Cis 1,5%); 4 (Na2EDTA 1%), constituindo os 4 tratamentos de um delineamento inteiramente casualizado. As bananas, no estádio de maturação 6, foram tratadas com uma solução de hipoclorito de sódio 500 ppm, descascadas e fatiadas manualmente, submetidas aos tratamentos químicos por imersão e embaladas com filme de PVC de 30µm. Posteriormente, foram armazenadas durante 5 dias à temperatura de 5 ± 1ºC e 85 ± 3% UR. A perda de massa foi linear durante o período de armazenamento, e maior nas fatias tratadas com Na2EDTA 1%. A perda da firmeza foi menor nas fatias sob o tratamento 3, o qual apresentou menores valores de atividade da poligalacturonase até o 3º dia de armazenamento. Após o 2º dia de armazenamento...

Uso de misturas químicas para a manutenção da firmeza de banana 'Prata' minimamente processada

Vilas Boas,Eduardo Valério de Barros; Reis,Camila Martins Fonseca; Melo,Anderson Adriano Martins
Fonte: Editora da Universidade Federal de Lavras Publicador: Editora da Universidade Federal de Lavras
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/02/2009 Português
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A banana constitui interessante alternativa para compor saladas de frutas. No entanto, possui curta vida de prateleira após o processamento mínimo em razão da rápida perda da firmeza. Neste trabalho, objetivou-se avaliar o efeito da mistura química contendo cloreto de cálcio, ácido ascórbico e L-cisteína e/com o uso de atmosfera modificada ativa (10 kPa CO2 e 2 kPa O2), enfatizando a perda de firmeza sobre a qualidade e vida de prateleira de banana 'Prata' minimamente processada. O conteúdo de pectina solúvel e a % de solubilização aumentaram significativamente ao longo do período de conservação. A perda de firmeza e o aumento das atividades das enzimas poligalacturonase e pectinametilesterase apresentaram uma interação significativa entre os fatores estudados (Tratamento/Tempo). As fatias tratadas com misturas químicas permaneceram com boas características para o consumo por até 3 dias de conservação. Os tratamentos com injeção inicial de gases de forma isolada, ou junto ao tratamento com mistura química, não propiciaram maior retenção da firmeza de banana 'Prata' minimamente processada em relação ao tratamento contendo L-cisteína (1% p/v) + ácido ascórbico (1% p/v) + cloreto de cálcio (1% p/v) na mistura química.

Pectinases produzidas pelo agente biológico G088: extração e purificação; Pectinases produced by the biological agent G088: extraction and purification

Carvalho, Sabrina
Fonte: UNIVERSIDADE FEDERAL DE LAVRAS; DCA - Departamento de Ciência dos Alimentos; UFLA; BRASIL Publicador: UNIVERSIDADE FEDERAL DE LAVRAS; DCA - Departamento de Ciência dos Alimentos; UFLA; BRASIL
Tipo: Dissertação
Publicado em 29/08/2014 Português
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As pectinases são responsáveis pela degradação de uma molécula complexa de pectina, estando presente em todos os tecidos vegetais jovens. A produção de pectinases em microorganismos é influenciada pelo tempo de cultivo e escolha de linhagens apropriadas. Considerando-se a crescente utilização de enzimas provenientes de microorganismos no mercado atual, diferentes procedimentos para isolamento e purificação estão sendo estudados. Este trabalho objetivou definir o tempo ideal de cultivo de um agente biológico para um melhor desenvolvimento e produção enzimática, além de purificar parcialmente as pectinases produzidas. Para tal, foi utilizado o arroz como fonte de carbono e energia, os quais são necessários ao crescimento microbiano como à produção de pectinases. A atividade de pectinametilesterase e poligalacturonase foi avaliada após o período de 10, 15 e 20 dias de inoculação do agente biológico no substrato, como também em cada etapa de purificação enzimática, segundo a metodologia de Jen & Robinson (1984) e Pressey & Avants (1973). A extração do complexo enzimático foi obtida por homogeneização em soluções tampão em diferentes ph (4, 5 e 6), seguida de centrifugação e precipitação com sulfato de amônio em diferentes concentrações (20...