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Propagação do abacateiro com mergulhia do porta-enxerto; Propagation of the avocado tree by layering of rootstock

Silva, Vanessa Savian da
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Dissertação Formato: application/pdf
Português
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O abacateiro (Persea sp) é propagado tradicionalmente pela enxertia de uma cultivar-copa sobre um porta-enxerto proveniente de semente monoembriônica e zigótica. Sendo o abacateiro uma espécie de fecundação cruzada, altamente heterozigótica, isto gera grande variabilidade à progênie, tornando muito difícil a perpetuação de características desejáveis aos portaenxertos. Como em outros sistemas de produção frutícola, existe a necessidade de utilizar porta-enxertos específicos que, além de possibilitarem boa produtividade, possuam características que possibilitem resistência ou tolerância a enfermidades e adaptação a diversas condições de solo. O objetivo deste trabalho foi verificar a possibilidade de produzir porta-enxertos de abacateiro por mergulhia e testar seis épocas de enxertia da variedade-copa e oito épocas de repicagem das mudas. Dois experimentos, com delineamento experimental completamente casualizado, foram realizados em casa de vegetação telada na Faculdade de Agronomia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Verificou-se que a enxertia após cinco semanas de mergulhia proporcionou o maior incremento no número de folhas emitidas pelo enxerto. Já com a enxertia após 11 semanas de mergulhia ocorreram os maiores índices de enraizamento e de sobrevivência de mudas. No experimento de épocas de repicagem do portaenxerto submetido à propagação por mergulhia...

Caracterização anatômica e fisiológica da interação porta-enxerto/copa em videiras

Santarosa, Emiliano
Fonte: Universidade Federal do Rio Grande do Sul Publicador: Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Tipo: Tese de Doutorado Formato: application/pdf
Português
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A interação entre porta-enxerto e variedade copa pode interferir no equilíbrio vegetativo e produtivo da videira, afetando em alguns casos a morfologia, anatomia e fisiologia das plantas. O objetivo desta pesquisa foi avaliar a interação e influência de porta-enxertos sobre o desenvolvimento vegetativo em mudas de Vitis vinifera, com ênfase em variáveis anatômicas e fisiológicas. Os experimentos foram realizados no período de 2009 a 2012, na casa de vegetação da Faculdade de Agronomia e no Laboratório de Anatomia Vegetal – UFRGS, em Porto Alegre - RS, Brasil. Utilizou-se genótipos de Paulsen 1103 (Vitis berlandieri x Vitis rupestris), Mgt. 101-14 (Vitis riparia x V. rupestris) e SO4 (V. berlandieri x V. riparia) e duas variedades copa: Cabernet Sauvignon e Merlot. Avaliou-se, sem e com enxertia, variáveis de crescimento vegetativo; variáveis anatômicas do sistema vascular, como quantificação dos tecidos estruturais, frequência e diâmetro dos elementos de vaso; variáveis fisiológicas como trocas gasosas, eficiência no uso da água e carboxilação, potencial de condutividade hidráulica, conteúdo de reservas e relações nutricionais. Houve diferenças no crescimento vegetativo desde a fase de muda, sendo P1103 e SO4 mais vigorosos que o Mgt. 101-14...

Garfagem e diâmetro de porta-enxerto na obtenção de mudas de umbuzeiro do acesso Laranja

Gomes,Wiara de Assis; Mendonça,Rejane Maria Nunes; Souza,Eliziete Pereira de; Estrela,Maria Alexandra; Melo,Vítor e Silva; Silva,Silvanda de Melo; Souza,Adailson Pereira de
Fonte: Sociedade Brasileira de Fruticultura Publicador: Sociedade Brasileira de Fruticultura
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/2010 Português
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O objetivo do trabalho foi verificar a eficiência de diferentes métodos de garfagem em umbuzeiro, realizadas sobre dois diâmetros de porta-enxerto. Os tratamentos foram dispostos em delineamento inteiramente casualizado, em esquema fatorial 2 x 2, sendo os fatores: diâmetros (0,5-0,7 cm e 0,75-1,0 cm) e métodos de garfagem (em fenda cheia e à inglesa simples), com 3 repetições e 8 plantas por parcela. Avaliaram-se o percentual de pegamento dos enxertos, bem como o crescimento das brotações. O método de garfagem à inglês simples mostrou pegamento de enxertos superior à garfagem em fenda cheia. O maior diâmetro de porta-enxerto possibilitou maior percentual de pegamento da enxertia e maior comprimento e diâmetro das brotações dos enxertos de umbuzeiro.

Enraizamento in vitro de marmeleiro cv. MC como porta-enxerto para a pereira e aclimatização das microestacas enraizadas

Erig,Alan Cristiano; Schuch,Márcia Wulff
Fonte: Universidade Federal de Santa Maria Publicador: Universidade Federal de Santa Maria
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/10/2004 Português
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O objetivo deste trabalho foi determinar o tipo e a concentração de auxina que promova o enraizamento in vitro de marmeleiro (Cydonia oblonga Mill.) cv. MC como porta-enxerto para a pereira (Pyrus spp) e avaliar a sobrevivência das microestacas enraizadas durante a aclimatização às condições ex vitro. Os tratamentos consistiram de três tipos de auxina (ácido indolbutírico ‘AIB’, ácido naftalenoacético ‘ANA’ e ácido 3-indolacético ‘AIA’), utilizadas em cinco diferentes concentrações (0, 5, 10, 15 e 20miM). Inicialmente as microestacas foram cultivadas, durante sete dias, em meio de cultura constituído pelos sais de MS reduzidos à metade de sua concentração original, acrescido de mio-inositol (100mgL-1), sacarose (30gL-1), ágar (6gL-1) e de auxina. Após, as microestacas foram transferidas para um novo meio de cultura sem auxina. Microestacas enraizadas oriundas de vários tratamentos, indistintamente, foram aclimatizadas às condições ex vitro. O AIB, o ANA e o AIA apresentaram o mesmo efeito sobre a percentagem de enraizamento, obtendo-se o melhor resultado com 10miM; o ANA favoreceu o maior comprimento médio das raízes; a intensidade de formação de calo aumentou com a concentração de auxina, sendo maior com o AIB e o ANA; e ao fim de 30 dias de aclimatização...

Adubação da seringueira no período de pós enxertia. I: relacionada à data de decepagem do porta-enxerto

Pereira,J. da P.; Lucchesi,A.A.; Silveira,R.I.
Fonte: São Paulo - Escola Superior de Agricultura "Luiz de Queiroz" Publicador: São Paulo - Escola Superior de Agricultura "Luiz de Queiroz"
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/1993 Português
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Com o objetivo de obter informações, que visem solucionar o grave problema de desuniformidade na brotação da gema do enxerto e do crescimento atrofiado desta após a decepagem da parte aérea do porta-enxerto, foram aplicados N e K na presença e ausência de P, em adubações regulares e variáveis, em diferentes datas antes e após a decepagem da parte aérea do porta-enxerto (mudas formadas diretamente em sacos de plástico). A adubação no período de pós-enxertia, mostrou-se extremamente necessária para o crescimento e vigor das mudas. Em relação à época, a adubação feita na data da decepagem do porta-enxerto, não apresentou resultados satisfatórios. A antecipação na emissão, uniformidade e vigor do 1° lançamento foliar, foram obtidos quando as plantas foram adubadas aos 15 dias antes da decepagem e eliminação da parte aérea do porta-enxerto. As maiores taxas de crescimento e uniformidade das plantas e vigor do 2° lançamento, ocorreram nas plantas adubadas com NPK, aos 30 dias após a decepagem do porta-enxerto.

Influência de cinco tipos de porta-enxerto na produção e nas características dos frutos da cultivar Thompson Seedless no Submédio São Francisco.

BORGES, R. M. E.; ALVES, E. O. dos S.; GOMES, A. P. de O.
Fonte: In: CONGRESSO BRASILEIRO DE MELHORAMENTO DE PLANTAS, 4., 2007, São Lourenço. Anais... São Lourenço: Sociedade Brasileira de Melhoramento de Plantas, 2007. Publicador: In: CONGRESSO BRASILEIRO DE MELHORAMENTO DE PLANTAS, 4., 2007, São Lourenço. Anais... São Lourenço: Sociedade Brasileira de Melhoramento de Plantas, 2007.
Tipo: Artigo em anais de congresso (ALICE) Formato: 1 CD-ROM.
Português
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O presente trabalho teve como objetivo avaliar aspectos relacionados à produção e ao crescimento vegetativo da cultivar Thompson Seedless, bem como características e composição química dos frutos, sob a influência de cinco diferentes porta-enxertos (IAC 766, Couderc 1613, Harmony, Paulsen 1103 e 420A), nas condições do Vale do São Francisco, a fim de recomendar uma cultivar porta-enxerto que tenha afinidade com a variedade copa estudada.; 2007

Avaliação preliminar de acessos de Cucurbita spp. como porta-enxerto de melancia.

MEDEIROS, K. N. de; DIAS, R. de C. S.; ALMEIDA, M. C. B. de; PAIVA, L. B. de; SOUZA, R. N. C. de; AMARAL, C. M. do; FANTINASI, D. C. B.
Fonte: In: JORNADA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA EMBRAPA SEMI-ÁRIDO, 2., 2007, Petrolina. Anais... Petrolina: Embrapa Semi-Árido, 2007. Publicador: In: JORNADA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA EMBRAPA SEMI-ÁRIDO, 2., 2007, Petrolina. Anais... Petrolina: Embrapa Semi-Árido, 2007.
Tipo: Artigo em anais de congresso (ALICE)
Português
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O objetivo deste trabalho foi avaliar acessos de Cucurbita spp. como portaenxerto de melancia, cv. Crimson Sweet. Foram utilizados 29 acessos de Cucurbita spp., selecionados previamente por sua tolerância a alguns patógenos do solo. Realizou-se o plantio das sementes em bandejas de poliestireno, preenchidos com substrato comercial. A enxertia foi realizada no estágio de aparecimento da primeira folha verdadeira pelo método da garfagem simples. Eliminou-se a gema apical no porta-enxerto. Realizou-se uma incisão de 1,5 cm até o centro do talo, abaixo dos cotilédones, no sentido vertical, em direções contrárias nas duas mudas. As plantas foram unidas e fixadas com parafilme na região da enxertia, bem como transferidas para recipiente de plástico, preenchido com substrato, sendo mantidas em casa de vegetação a uma amplitude térmica de 22,5 e 30,9o C e umidade relativa de 89 a 59%. Após 10 dias, cortou-se o sistema radicular abaixo da região da enxertia. As mudas enxertadas permaneceram mais uma semana para serem transplantadas para o campo. Os porta-enxertos que apresentaram menos de 50% de murcha foram BGC 186, BGC 814 e BGC 217, mas observou-se alta variabilidade dentro destes acessos. A melhor taxa de pegamento da enxertia (91...

Correlação de pearson e análise de trilha identificando variáveis para caracterizar porta-enxerto de Pyrus communis L.

GALARÇA, S. P.; LIMA, C. S. M.; SILVEIRA, G. da; RUFATO, A. de R.
Fonte: Ciência e Agrotecnologia, Lavras, v. 34, n. 4, p. 860-869, jul./ago., 2010. Publicador: Ciência e Agrotecnologia, Lavras, v. 34, n. 4, p. 860-869, jul./ago., 2010.
Tipo: Artigo em periódico indexado (ALICE)
Português
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68.522954%
Objetivou-se, no presente trabalho, através de correlação de Pearson e análise de trilha, identificar variáveis para caracterizar porta-enxertos ananizantes para a cultura da pereira (Pyrus communis L.). Neste experimento foram utilizadas 49 plantas de pereira, plantadas nos canteiros do Departamento de Fitotecnia da FAEM/UFPel. As plantas foram avaliadas na época do seu crescimento vegetativo, segundo parâmetros descritos em instruções do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Pela correlação de Pearson, as variáveis VP, NRP, HCP e FCNPRCL se destacaram. Na análise de trilha, a variável número de lenticelas obteve maior efeito positivo sobre VP, NRP e FCNPRCL, a variável ramificação do ramo demonstrou-se com efeito positivo sobre HCP, sendo essas duas variáveis consideradas eficazes no processo de seleção de porta-enxerto juntamente com as variáveis básicas.; 2010

Aclimatização do porta-enxerto de macieira Seleção 69 em diferentes meios.

MUNIZ, A. W.; GRIMALDI, F.; COSTA, M. D.; DALAGNOL, G. L.
Fonte: Agropecuária Catarinense, Florianópolis, v. 24, n. 2, p. 56-59, jul. 2011. Publicador: Agropecuária Catarinense, Florianópolis, v. 24, n. 2, p. 56-59, jul. 2011.
Tipo: Artigo em periódico indexado (ALICE)
Português
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O objetivo deste trabalho foi determinar os melhores substratos para aclimatização do porta-enxerto micropropagado de macieira Seleção 69.; 2011

Relação de Meloidogyne arenaria com o desenvolvimento radicular do porta-enxerto SO4. de videira

NOVAES, P. A. R.; SIQUEIRA, S. V. C. de; LIMA, R. G.; COSTA FILHO, J. H. da; LEAO, P. C. de S.; CASTRO, J. M. da C. e
Fonte: In: JORNADA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA EMBRAPA SEMIÁRIDO, 6., 2011, Petrolina. Anais... Petrolina: Embrapa Semiárido, 2011. Publicador: In: JORNADA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA EMBRAPA SEMIÁRIDO, 6., 2011, Petrolina. Anais... Petrolina: Embrapa Semiárido, 2011.
Tipo: Artigo em anais de congresso (ALICE) Formato: p. 225-230.
Português
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O objetivo deste trabalho foi avaliar a relação entre a presença de Meloidogyne arenaria no solo e o desenvolvimento radicular do porta-enxerto SO4 de videira. Foram avaliados, além deste porta-enxerto, o ?Harmony? e o ?IAC 766? por serem amplamente utilizados na vitivinicultura do Submédio do Vale do São Francisco. O enraizamento foi feito em solo autoclavado contido em sacos para formação de mudas. Após 40 dias, as mudas foram transplantadas para vasos com capacidade de 20 L, conforme os seguintes tratamentos: 1) solo natural -- infestado com M. arenaria -- 2) solo autoclavado e com inoculação das mudas e 3) solo autoclavado e sem inoculação das mudas com M. arenaria. Após 6 meses, nenhuma anormalidade foi observada, visualmente, no sistema radicular dos porta-enxertos avaliados. Observou-se que o nematoide não se multiplicou de forma diferenciada nos três porta-enxertos, mas que o porta-enxerto ?Harmony? pode vir a se tornar uma opção de substituição do ?SO4? por se apresentar com tendências a maior vigor do sistema radicular, visto não ter ocorrido diferença significativa no número de ovos quantificados nos três porta-enxertos.; 2011

Incompatibilidade de combinações copa e porta-enxerto de citros.

OLIVEIRA, E. R. M. de; SOUZA, E. de S.; GIRARDI, E. A.; SOARES FILHO, W. dos S.; SANTOS, M. G.; PASSOS, O. S.
Fonte: In: CONGRESSO BRASILEIRO DE FRUTICULTURA, 22., 2012, Bento Gonçalves. Anais... Bento Gonçalves: SBF, 2012. Publicador: In: CONGRESSO BRASILEIRO DE FRUTICULTURA, 22., 2012, Bento Gonçalves. Anais... Bento Gonçalves: SBF, 2012.
Tipo: Artigo em anais de congresso (ALICE)
Português
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Em citros, o porta-enxerto exerce influência marcante sobre atributos da variedade copa, tais como produção, porte de árvore, qualidade dos frutos e resposta a estresses abióticos e bióticos (POMPEU JUNIOR., 2005). Contudo, para a recomendação de uma nova combinação copa e porta-enxerto, faz-se necessário avaliar a compatibilidade entre as variedades. A incompatibilidade é uma desordem de origem fisiológica, caracterizada pela rejeição entre tecidos das variedades enxertadas, com apresentação de sintomas de fissuras, necrose de tecidos e exsudação de goma, crescimento diferenciado entre caules de copa e porta-enxerto, resultando em diferentes graus de soldadura e desenvolvimento anormal da copa (MÜLLER et al., 1996).; 2012

Micropropagação do porta-enxerto de videira '420-A'

Dzazio,Pryscilla Menarin; Biasi,Luiz Antonio; Zanette,Flávio
Fonte: Sociedade Brasileira de Fruticultura Publicador: Sociedade Brasileira de Fruticultura
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2002 Português
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68.83651%
O objetivo deste trabalho foi estabelecer um protocolo para a micropropagação do porta-enxerto de videira 420-A. O estabelecimento das culturas foi realizado com segmento nodal, cuja fonte dos explantes foram brotações de estacas lenhosas armazenadas sob refrigeração. No cultivo inicial, foram testados: o efeito de 6-benzilaminopurina e cinetina nas concentrações de 0; 1; 5 e 10 µM, diferentes meios de cultura (MS, NN e WPM) e diluições do meio básico (MS, MS/2, MS/4 e MS/8). Na fase de alongamento e multiplicação, os meios de cultura testados foram MS, MS/2, NN e WPM. No enraizamento, foram testados: o meio de cultura MS/2 sem e com carvão ativado (1gL-1). Na aclimatização, foram testados vermiculita, Plantmax® e casca de arroz carbonizada como substrato. A cinetina não apresentou efeito sobre a brotação e o crescimento dos segmentos nodais. Já o BAP promoveu um aumento no número de brotos por explante. O aumento na concentração de BAP reduziu o número de folhas emitidas por explante e aumentou os sintomas de vitrificação, sendo os melhores resultados obtidos com 1 µM de BAP. No cultivo inicial, o meio de cultura MS, com a concentração normal de sais, permitiu o maior crescimento das brotações. As diluições do meio MS em 1/4 e 1/8 mostraram-se prejudiciais ao desenvolvimento do porta-enxerto '420-A'...

Efeito do porta-enxerto e da época de poda na duração das fases fenológicas e no acúmulo de graus-dia pela videira 'Niagara Rosada'

Tecchio,Marco Antonio; Moura,Mara Fernandes; Paioli-Pires,Erasmo José; Terra,Maurilo Monteiro
Fonte: Sociedade Brasileira de Fruticultura Publicador: Sociedade Brasileira de Fruticultura
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/12/2013 Português
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68.714883%
Avaliaram-se a influência dos porta-enxertos 'IAC 766', 'IAC 572', 'IAC 313', 'IAC 571-6' e 'Ripária do Traviú' e da época de poda na duração dos estádios fenológicos e no acúmulo de graus-dia pela videira 'Niagara Rosada'. O experimento foi realizado em Louveira-SP. Os tratamentos consistiram na combinação de cinco porta-enxertos e três épocas de poda, sendo utilizado o delineamento experimental em blocos inteiramente casualizados, com parcelas subdivididas e cinco repetições, sendo as parcelas representadas pelos porta-enxertos,e as subparcelas, pelas épocas de poda. Após a poda da videira, foram realizadas avaliações dos estádios fenológicos, utilizando-se do critério de Eichhon e Lorenz (1984). Nas três épocas de poda, baseado nos estádios fenológicos, calculou-se a duração dos períodos: poda ao início da brotação; poda ao pleno florescimento; poda ao início da frutificação; poda ao início da maturação dos cachos, e poda à colheita. Tomando-se por base a duração do ciclo da videira e as temperaturas médias diárias, calculou-se o acúmulo de graus-dia. Os dados foram submetidos à análise de variância e teste Tukey, a 5% de significância. Obteve-se, na poda de verão, redução na duração dos estádios fenológicos da videira 'Niagara Rosada' enxertada sobre o porta-enxerto 'Ripária do Traviú. A maior duração do ciclo e do acúmulo de graus-dia da cultivar Niagara Rosada foi obtida com os porta-enxertos 'IAC 572' e 'IAC 313' nas podas de inverno.

Análise comparada de crescimento do enxerto e do porta-enxerto de Hevea brasiliensis Muell. Arg. em viveiro

Castro,P.R.C.; Barbosa,L.M.; Nastri,V.D.F.; Lucchesi,A.A.
Fonte: Universidade de São Paulo; Escola Superior de Agricultura Publicador: Universidade de São Paulo; Escola Superior de Agricultura
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/1990 Português
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69.152573%
O objetivo do presente trabalho foi o de verificar a compatibilidade entre o enxerto ('RRIM 600') e o porta-enxerto ('Tjir 16') de seringueira, através da análise comparada de crescimento. As plantas foram cultivadas em recipientes plásticos, nas condições de viveiro, em Piracicaba (SP). As amostras foram coletadas em 4 períodos (de duas épocas) com intervalos de 30 dias. Os valores da TAL da seringueira foram de 0,018 a 0,031g.dm-2.dia-1, da TCR de 0,0145 a 0,0165g.g-1.dia-1 e da RAF de 0,4363 a 0,8510dm².g-1. A VPS e a VAF revelaram um maior vigor do porta-enxerto com relação ao enxerto e uma certa incompatibilidade no período de desenvolvimento de 'Tjir 16' em relação ao 'RRIM 600'. A RAF e a RPF mostraram, respectivamente, uma maior proporção relativa da área e do peso foliar no peso total da planta no início do desenvolvimento do enxerto e mais tardiamente no porta-enxerto. Verificou-se uma relação direta entre os valores da TCR e da TAL do enxerto e do porta-enxerto, sendo que os cultivares não apresentaram diferenças sensíveis nos incrementos de matéria seca por unidade de tempo.

Avaliação de caracteres vegetativos de porta-enxerto sob laranjeira 'Aquiri' Rio Branco Acre.

RODRIGUES, M. J. da S.; LESSA, L. S.; RONCATTO, G.; ALBUQUERQUE, M. F. de; SOARES FILHO, W. dos S.
Fonte: In: CONGRESSO BRASILEIRO DE FRUTICULTURA, 21., 2010, Natal. Frutas: saúde, inovação e responsabilidade: anais. Natal: Sociedade Brasileira de Fruticultura, 2010. 1 CD-ROM. Publicador: In: CONGRESSO BRASILEIRO DE FRUTICULTURA, 21., 2010, Natal. Frutas: saúde, inovação e responsabilidade: anais. Natal: Sociedade Brasileira de Fruticultura, 2010. 1 CD-ROM.
Tipo: Artigo em anais de congresso (ALICE)
Português
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68.60757%
A citricultura acreana, em aproximadamente 75% das plantas em campo, tem o limoeiro Cravo como porta-enxerto. Este é o mais recomendado, pois tende a induzir maiores produções e vigor à copa, resistência à seca e ao Vírus da Tristeza dos Citros quando comparado a outros porta-enxertos como citrange 'Carrizo', tangerinas 'Sunki' e 'Cleópatra', dentre outros. No entanto tem a necessidade de diversificação de porta-enxertos, pois o uso quase que exclusivo de limão 'Cravo' para laranjeiras no Acre é preocupante por este apresentar como restrição às várias doenças da cultura tais como a gomose de Phytophthora, o declínio, a exocorte, a xiloporose, a leprose e a morte súbita dos citros (Pompeu Junior, 2005).; 2010; pdf 745

Influência do preparo do solo, sistema de plantio e porta-enxerto no crescimento de limeira ácida 'tahiti' em tabuleiro costeiro da Bahia - 2ª etapa.

SANTOS, J. de S.; RODRIGUES, A. P. S.; SANTOS, P. L. de S.; SOUZA, P. U.; CALFA, C. H.; REZENDE, J. de O.; LEDO, C. A. da S.; SHIBATA, R. T.
Fonte: In: CONGRESSO BRASILEIRO DE CIÊNCIA DO SOLO, 33., 2011, Uberlândia. Solos nos biomas brasileiros: sustentabilidade e mudanças climáticas: anais. Uberlândia: SBCS; UFU; ICIAG, 2011. 1 CD-ROM. Publicador: In: CONGRESSO BRASILEIRO DE CIÊNCIA DO SOLO, 33., 2011, Uberlândia. Solos nos biomas brasileiros: sustentabilidade e mudanças climáticas: anais. Uberlândia: SBCS; UFU; ICIAG, 2011. 1 CD-ROM.
Tipo: Artigo em anais de congresso (ALICE)
Português
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68.744053%
Na Bahia, 80% da área citrícola encontra-se na Grande Unidade de Paisagem Tabuleiros Costeiros, em propriedades de até dez hectares (agricultura familiar). Objetiva-se um modelo de manejo que possibilite sustentabilidade, menor relação custo/benefício e maior produtividade de pomares cítricos especialmente destinados a essas propriedades. O experimento foi instalado na Fazenda Lagoa do Coco, município de Rio Real, Litoral Norte do Estado da Bahia, em um Argissolo Amarelo Coeso. O delineamento experimental é inteiramente casualizado, no esquema de parcelas sub-subdivididas no espaço, com seis repetições. Nas parcelas constam dois sistemas de preparo do solo (convencional, isto é, aração a 0, 25 m de profundidade, e aração seguida de subsolagem nas linhas de plantio a 0,50 m de profundidade); nas sub-parcelas constam dois sistemas de plantio (convencional, isto é, plantio de mudas, e semeadura e enxertia no local definitivo); nas sub-parcelas constam cinco porta-enxertos enxertados com limeira ácida 'Tahiti': limoeiro 'Cravo', limoeiro 'Volkameriano', tangerineira 'Sunki Tropical', tangerineira 'Cleópatra' e híbrido TSK x TRENG 256. Observou-se que o crescimento das plantas originárias da semeadura do porta enxerto cítrico no local definitivo é superior ao daquelas originárias de mudas...

CONSERVAÇÃO E GERMINAÇÃO DE SEMENTES E DESENVOLVIMENTO DE PLÂNTULAS DA PEREIRA PORTA-ENXERTO TAIWAN NASHI-C

BARBOSA,W.; DALL'ORTO,F.A.C.; OJIMA,M.; NOVO,M.C.S.S.; BETTI,J.A.; MARTINS,F.P.
Fonte: São Paulo - Escola Superior de Agricultura "Luiz de Queiroz" Publicador: São Paulo - Escola Superior de Agricultura "Luiz de Queiroz"
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/09/1997 Português
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68.522954%
Pesquisaram-se, por trinta meses, a conservação e a germinação de sementes, a emergência e o desenvolvimento de plântulas da pereira porta-enxerto Taiwan Nashi-C (Pyrus calleryana Decaisne). Sementes com 12% de umidade armazenadas sob ambiente frio (5-10oC), em frascos de vidro com tampa plástica, mostraram alto poder de conservação. Germinações de 100% ocorreram até o 9o mês, diminuindo para 97, 94, 83 e 76% no final do 12o, 18o, 24o e 30o mês de armazenamento, com uma emergência, em condições de ripado, de 88, 89, 81, 76 e 70% respectivamente. Posteriormente ao 12o mês de armazenamento das sementes, a germinação que ocorria próximo aos 35 dias de estratificação, passou a necessitar mais de 50 dias para emissão da radícula. As plântulas, com rápido e vigoroso desenvolvimento vegetativo, atingiram 141,5cm de altura e 11,9mm de diâmetro, em média, após um ano da emergência. O ponto de enxertia foi atingido por 65% dos porta-enxertos aos oito meses de desenvolvimento, com diâmetro médio de 10,4mm. Cerca de 20% dos indivíduos se apresentaram anormais, com segregação genética indesejável para fins de formação de mudas vigorosas de pereira.

Análise comparada de crescimento do enxerto e do porta-enxerto de Hevea brasiliensis Muell. Arg. em viveiro; Compared growth analysis of stock and scion of Hevea brasiliensis Muell. Arg. in nursery

Castro, P.R.C.; Barbosa, L.M.; Nastri, V.D.F.; Lucchesi, A.A.
Fonte: Universidade de São Paulo. Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz Publicador: Universidade de São Paulo. Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; Formato: application/pdf
Publicado em 01/01/1990 Português
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O objetivo do presente trabalho foi o de verificar a compatibilidade entre o enxerto ('RRIM 600') e o porta-enxerto ('Tjir 16') de seringueira, através da análise comparada de crescimento. As plantas foram cultivadas em recipientes plásticos, nas condições de viveiro, em Piracicaba (SP). As amostras foram coletadas em 4 períodos (de duas épocas) com intervalos de 30 dias. Os valores da TAL da seringueira foram de 0,018 a 0,031g.dm-2.dia-1, da TCR de 0,0145 a 0,0165g.g-1.dia-1 e da RAF de 0,4363 a 0,8510dm².g-1. A VPS e a VAF revelaram um maior vigor do porta-enxerto com relação ao enxerto e uma certa incompatibilidade no período de desenvolvimento de 'Tjir 16' em relação ao 'RRIM 600'. A RAF e a RPF mostraram, respectivamente, uma maior proporção relativa da área e do peso foliar no peso total da planta no início do desenvolvimento do enxerto e mais tardiamente no porta-enxerto. Verificou-se uma relação direta entre os valores da TCR e da TAL do enxerto e do porta-enxerto, sendo que os cultivares não apresentaram diferenças sensíveis nos incrementos de matéria seca por unidade de tempo.; An experiment was carried out to establish a comparative growth analysis of stock and scion of rubber plant under nursery conditions. Samples were collected in four periods at 30 days intervals. The results indicated values of 0.018 to 0.031g.dm-2.day-1 for NAR...

Adubação da seringueira no período de pós enxertia. I: relacionada à data de decepagem do porta-enxerto; Effect of applying fertilizers to rubber seedlings after grafting as related to time of root stock pruning

Pereira, J. da P.; Lucchesi, A.A.; Silveira, R.I.
Fonte: Universidade de São Paulo. Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz Publicador: Universidade de São Paulo. Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; ; ; ; ; Formato: application/pdf
Publicado em 01/09/1993 Português
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Com o objetivo de obter informações, que visem solucionar o grave problema de desuniformidade na brotação da gema do enxerto e do crescimento atrofiado desta após a decepagem da parte aérea do porta-enxerto, foram aplicados N e K na presença e ausência de P, em adubações regulares e variáveis, em diferentes datas antes e após a decepagem da parte aérea do porta-enxerto (mudas formadas diretamente em sacos de plástico). A adubação no período de pós-enxertia, mostrou-se extremamente necessária para o crescimento e vigor das mudas. Em relação à época, a adubação feita na data da decepagem do porta-enxerto, não apresentou resultados satisfatórios. A antecipação na emissão, uniformidade e vigor do 1° lançamento foliar, foram obtidos quando as plantas foram adubadas aos 15 dias antes da decepagem e eliminação da parte aérea do porta-enxerto. As maiores taxas de crescimento e uniformidade das plantas e vigor do 2° lançamento, ocorreram nas plantas adubadas com NPK, aos 30 dias após a decepagem do porta-enxerto.; Nitrogen and potassium were applied with and withoult phosphorus to rubber seedlings at various rates and intervals prior to and after root stock pruning in an attempt to observe budding uniformity and stunting. The use of fertilizers pos-grafting was effective in promoting seedling growth and vigor. Uniformity...

Efeito da Casta e do Porta-Enxerto no Vigor e na Produtividade da Videira

Clímaco,P.; Lopes,C.M.; Carneiro,L.C.; Castro,R.
Fonte: INIAV - DOIS PORTOS (Ex-Estação Vitivinícola Nacional) Publicador: INIAV - DOIS PORTOS (Ex-Estação Vitivinícola Nacional)
Tipo: Artigo de Revista Científica Formato: text/html
Publicado em 01/01/2003 Português
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Num ensaio estabelecido em split-splot na Quinta da Folgorosa (VQPRD Torres Vedras) procedeu--se, durante seis anos (1992/97), ao estudo do comportamento agronómico das cvs. Castelão (Periquita), Trincadeira e Camarate enxertadas sobre seis porta-enxertos (99 R, 110 R, 140 Ru, 1103 P, SO4 e 41 B). Trata-se de uma vinha de encosta, exposta a Norte e submetida a condições de carência hídrica durante a época estival. O presente trabalho vem complementar a informação já publicada relativa ao período 1992/94 (Clímaco et al., 1999). Os resultados obtidos permitem verificar, entre outros aspectos, a influência preponderante da casta relativamente ao papel desempenhado pelo porta-enxerto. No que se refere ao rendimento verificou-se a existência de uma certa falta de afinidade entre a casta Trincadeira e o porta-enxerto 1103 P, o mais vigoroso. Pelo contrário esta casta revela uma afinidade particular com os porta-enxertos menos vigorosos, nomeadamente 110 R e 41 B. De salientar, também, a capacidade de adaptação revelada pelo porta-enxerto 140 Ru, o qual apresenta um interessante compromisso entre rendimento, expressão vegetativa e teor em açúcar dos mostos, independentemente da casta considerada.