Página 1 dos resultados de 7 itens digitais encontrados em 0.011 segundos

Criação de falsas memórias : diferenças individuais; False memory creation : individual differences

Pandeirada, Josefa das Neves Simões
Fonte: Universidade do Minho Publicador: Universidade do Minho
Tipo: Tese de Doutorado
Publicado em 09/02/2006 Português
Relevância na Pesquisa
30.22396%
Tese de doutoramento em Psicologia Experimental e Ciências Cognitivas.; O presente trabalho enquadra-se no interesse que surgiu nos últimos 30 anos sobre o tema das distorções da memória, interesse este que teve subjacentes preocupações de ordem teórica e prática. A nível teórico, a compreensão do processo de ocorrência das distorções de memória permite um melhor conhecimento do funcionamento normal da memória humana. A nível prático, as implicações deste fenómeno são amplas, como nas áreas do testemunho ocular e da psicologia clínica. É então fundamental compreender quais os factores e técnicas que promovem a distorção da memória de um modo global, assim como da memória autobiográfica. Neste último caso, os estudos têm mesmo demonstrado a possibilidade de implantar memórias para eventos da infância que nunca ocorreram. Este dado assume maior relevância atendendo às denúncias que têm ocorrido nos últimos anos sobre a criação de falsas memórias para situações de abuso na infância e que têm consequências devastadoras, não só a nível pessoal como também social. Dois conjuntos de variáveis têm sido estudadas na criação de distorções da memória: variáveis externas e variáveis internas às pessoas. No primeiro caso...

Abril despedaçado: das montanhas albanesas ao sertão nordestino

do Monte Silva, Raquel; do Carmo de Siqueira Nino, Maria (Orientador)
Fonte: Universidade Federal de Pernambuco Publicador: Universidade Federal de Pernambuco
Tipo: Outros
Português
Relevância na Pesquisa
17.781588%
O trabalho investiga as relações entre Literatura e Cinema a partir da obra Abril despedaçado, romance albanês adaptado pelo cineasta brasileiro Walter Salles Júnior. Para tanto, analisamos como as categorias narrativas tempo, espaço, personagens e foco narrativo foram apresentadas em cada expressão artística. Neste sentido apoiamo-nos em discussões sobre teorias da adaptação, códigos literários e linguagem cinematográfica. A partir de então, percebemos que o espaço exerce uma função fundamental no processo de transposição e que ele é um dos elementos estruturadores da recriação fílmica. Ao longo da pesquisa analisamos trechos do filme e do livro que denotam aspectos relevantes e que traduzem o espírito dialógico das obras. A nossa hipótese inicial era que a construção do espaço cinematográfico em Abril refletia no campo do cinema uma atualização de um projeto regional surgido na década de 30 com o Romance Regionalista. No entanto, durante a investigação observamos que Salles reproduz o Sertão, legitimando, portanto, uma imagética da região pautada em anacronismos e representações do imaginário social congeladas

Subversão do estereótipo feminino na cinematografia de Hitchcock

Braz, Patrícia Raquel Costa
Fonte: Instituto Politécnico de Viseu Publicador: Instituto Politécnico de Viseu
Tipo: Dissertação de Mestrado
Publicado em //2015 Português
Relevância na Pesquisa
38.73654%
O projeto aqui apresentado atende à temática da subversão do estereótipo feminino na cinematografia de Alfred Hitchcock e fundamenta a investigação para a realização de recriações fotográficas de frames de filmes do realizador em que o estereótipo feminino se evidencia. O trabalho de fotografia pretende subverter os paradigmas da típica “loira de Hitchcock” e a sua objetificação pelo olhar dominante masculino ao atribuir mais autonomia, otimismo e naturalidade à figura feminina representada. Neste sentido, considera-se fundamental abordar três grandes temáticas e uni-las num conjunto coeso: o estereótipo feminino no cinema (tema geral que abrange todo o projeto); o cinema do realizador Alfred Hitchcock (como contextualização para a abordagem ao estereótipo feminino) e a recriação baseada em imagens prévias (principalmente da filmografia hitchcockiana), que configura a parte artístico-criativa e prática do projeto. O estudo analisa a objetificação feminina em filmes-chave de Hitchcock como sustentação para a posterior recriação fotográfica onde o papel feminino é subvertido: de vulnerável a confiante. Após esta abordagem teórica, analisamos as fotografias produzidas. O resultado final revela a recriação de dezoito frames dos filmes de Hitchcock em dezoito fotografias apresentadas numa exposição fotográfica e pretende subverter os arquétipos femininos típicos de Hitchcock.; This project focuses on the subversion of the female stereotype in Alfred Hitchcock’s cinema and substantiates an investigation with the purpose of recreating photographs based upon frames from the director’s films that accentuate the female stereotype. The photographic work intends to subvert the paradigms of the typical “Hitchcock blonde” and her objectification by the dominant male gaze by assigning more autonomy...

A histeria e o cinema: mitos e verdades

Guimaraes, Gustavo Coura; Universidade Paris 3 - Sorbonne Nouvelle; Miranda, Cassio Eduardo Soares; Universidade Federal do Piauí
Fonte: ECOS - Estudos Contemporâneos da Subjetividade; ECOS - Estudos Contemporâneos da Subjetividade Publicador: ECOS - Estudos Contemporâneos da Subjetividade; ECOS - Estudos Contemporâneos da Subjetividade
Tipo: ; pesquisa comparativa entre dois campos aparentemente opostos, mas que se relacionam por meio de imagens; Formato: application/pdf
Publicado em 19/12/2013 Português
Relevância na Pesquisa
38.298855%
Este artigo trata da relação entre a história do cinema e da histeria. Ao longo do texto, são abordados aspectos concernentes à evolução de ambos os domínios, propondo-se um cruzamento sobre a maneira segundo a qual esses dois fenômenos impactaram o meio social a partir da segunda metade do século XIX. A partir daí, estudamos a forma com que as imagens se comunicam, produzindo ressonâncias umas sobre as outras e rompendo fronteiras temporais. O corpus onde esse processo de recriação imagética é observado é composto pelo documentário Os Mestres Loucos (1955), de Jean Rouch, bem como pelas imagens registradas pelo serviço fotográfico da Salpêtrière, em Paris, no final do século XIX, catalogadas na obra de Georges Didi-Huberman Invention de l’Hystérie (2012). 

O HORROR DE FRANKENSTEIN – UMA REFLEXÃO TRADUTÓRIA

Azevedo, Jorgiana Antonietta N.; UnB
Fonte: Belas Infiéis Publicador: Belas Infiéis
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Formato: application/pdf
Publicado em 09/09/2013 Português
Relevância na Pesquisa
17.781588%
Frankenstein ratificou o espaço do terror na literatura e despertou inúmeras gerações para o fascínio que o monstro de Mary Shelley é capaz de acender a partir de sensações de repulsa, como a repugnância e o horror. A obra de Mary Shelley surpreende, de imediato, pela habilidade poética da autora no desenlace da trama, mas a aura aterrorizante em que o leitor é imerso é construída por meio de fios cuidadosamente tecidos para orientar a forma e o compasso com que os “olhos” do narrador apreendem as cenas e, por conseguinte, como ele as descreve. Tendo em mente o alcance que tem a imagem do monstro de Frankenstein, são apresentadas aqui algumas reflexões sobre o olhar da tradução na recriação da imagética de Frankenstein pela literatura e pela tradução intersemiótica para o cinema, apontando os efeitos destas descrições na sobrevida da obra e da crítica moral de Mary Shelley.

TRADUÇÃO INTERSEMIÓTICA DOS DEUSES E HERÓIS MITOLÓGICOS CLÁSSICOS NOS ESCUDOS DOS TIMES DE FUTEBOL

Pinheiro, Thayara Rodrigues; Bezerra, Bruno Alacy
Fonte: Cultura e Tradução Publicador: Cultura e Tradução
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Formato: application/pdf
Publicado em 18/12/2014 Português
Relevância na Pesquisa
17.781588%
A mitologia greco-latina era a forma como os antigos explicavam o mundo em seus mais variados aspectos: fenômenos naturais, modo de agir das pessoas, guerras, sentimentos etc. Seus mitos e personagens eram bastante difundidos no mundo clássico, sendo encarados de forma religiosa. Esses aspectos mitológicos ainda persistem de forma intensa e de variadas maneiras atualmente. Comprovam-se essas vinculações contemporâneas com o clássico mitológico, por exemplo, nos escudos de alguns times de futebol pelo mundo. Essa recorrência a deuses e heróis mitológicos nos escudos busca estabelecer uma relação entre o clube e os valores associados a esses personagens e seus mitos. Considerando o processo de tradução intersemiótica de HUTCHEON (2011) como o ato de apropriação de sentidos através de um processo de recriação interpretativa, este trabalho visa analisar os mitos e os escudos dos times de futebol atuais que contemplem a representação da imagem de algum deus ou herói mitológico. Teoricamente, o presente estudo centra-se nos estudos mitológicos de GRIMAL (2005) e BULFINCH (2009), nas discussões de HUTCHEON (2011) e PEIRCE (1983) e nos trabalhos de GREGOLIN, COURTINE e ZOPPI-FONTANA (2011). O corpus é formado por uma coletânea de seis escudos oficiais e atualizados de times profissionais de futebol que contêm a representação imagética de algum deus ou herói da mitologia greco-latina.

TRADUÇÃO INTERSEMIÓTICA DOS DEUSES E HERÓIS MITOLÓGICOS CLÁSSICOS NOS ESCUDOS DOS TIMES DE FUTEBOL

Bezerra, Bruno Alacy Nunes; Pinheiro, Thayara Rodrigues
Fonte: Cultura e Tradução Publicador: Cultura e Tradução
Tipo: info:eu-repo/semantics/article; info:eu-repo/semantics/publishedVersion; Formato: application/pdf
Publicado em 13/10/2014 Português
Relevância na Pesquisa
17.781588%
A mitologia greco-latina era a forma como os antigos explicavam o mundo em seus mais variados aspectos: fenômenos naturais, modo de agir das pessoas, guerras, sentimentos, etc. Seus mitos e personagens eram bastante difundidos no mundo clássico, sendo encarados de forma religiosa. Esses aspectos mitológicos ainda persistem de forma intensa e de variadas maneiras atualmente. Podemos comprovar essas vinculações contemporâneas com o clássico mitológico, por exemplo, nos escudos de alguns times de futebol ao redor do mundo. Essa recorrência a deuses e heróis mitológicos nos escudos, uma das principais marcas de identificação de um clube, busca uma ligação entre o clube e os valores associados a esses personagens e seus mitos. Considerando o processo de tradução intersemiótica como o ato de apropriação de sentidos através de um processo de recriação interpretativa (Hutcheon, 2011), este trabalho visa analisar os mitos e os escudos dos times de futebol atuais que contemplem a representação da imagem de algum Deus ou Herói mitológico. Teoricamente, este estudo centra-se nos conceitos sobre mitologia de Pierre Grimal (2005) e nas discussões da tradução intersemiótica de Linda Hutcheon (2011) e Charles Sanders Peirce (1983). O corpus do nosso trabalho é formado por uma coletânea dos times profissionais de futebol que estejam em atividade e que em seus escudos oficiais atualizados contenham uma representação imagética de algum Deus ou Herói da mitologia Clássica. Foram encontrados cerca de vinte e cinco clubes que obedecem aos critérios estabelecidos acima e assim compõem nosso objeto de análise.